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Meditação diária de 17/01/2019 por Flávio Reti – Alphonse Gabriel “Al” Capone

17 de janeiro

Provérbios 22:1  “Mais digno de ser escolhido é o bom nome do que as muitas riquezas”

Alphonse Gabriel “Al” Capone

Para resumir, antes de dar mais informações, Al Capone foi um gangster ítalo-americano, nascido em 17 de janeiro de 1899 em Nova York e morreu em Palm Beach em 25 de Janeiro de 1947, com apenas 48 anos de idade. No círculo íntimo de seus amigos, ele era conhecido como Al e tinha o apelido de “scarface” (cara de escara) por causa das cicatrizes que tinha no rosto em função de uma briga de quando ainda era adolescente. Ele teve 8 irmãos e dentre eles cinco se envolveram em atividades criminosas. A família era imigrante da Itália e foram morar no Brooklyn, um dos grandes bairros de Nova York. Al Capone abandonou a escola com 14 anos e preferiu trabalhar numa loja que vendia doces e tinha como isca um boliche. Foi ali que ele conheceu outro gangster de nome Johnny Torrio que passou a ser seu mentor na vida criminosa. Ele se tornou o maior traficante de bebidas alcoólicas na época da lei seca, assim como hoje existem os traficantes de drogas proibidas, e na época seu “negócio” rendia ao redor de 15 milhões de dólares ao ano, em média de mais de um milhão por mês. Sua estratégia foi eliminar todos os seus concorrentes de qualquer maneira, na maioria das vezes brutalmente assassinados, inclusive seu mentor Johnny Torrio. Ele sempre conseguia escapar de ser condenado pelos seus crimes e só foi preso quando um agente do fisco descobriu que ele não recolhia seus impostos e por esse crime ele foi condenado a 11 anos de cadeia na prisão federal de Atlanta. Quando esteva na prisão de segurança máxima de Alcatraz, um dia um agente o observou olhando fixamente para a parede e depois de examinado os médicos declararam que ele era portador de sífilis em estado avançado. Ele foi solto em 1939, depois que os médicos confirmaram que ele não oferecia mais perigo devido ao seu estado mental debilitado. Em seguida, por causa da doença, ele perdeu a coordenação motora para andar e mal conseguia falar. Agora, morando em Miami Beach, na Flórida, ele passava os dias pescando sempre vestido de pijamas. Finalmente, ele morreu dormindo depois de um derrame cerebral. Seu legado foi deixar sua imagem como um ícone do crime organizado já no início do século XX.

Todos que passam por essa vida deixam um legado, uma história de sucesso ou de fracasso. Pergunta-se: O que estamos nós deixando para a nossa posteridade? Quando formos citados, qual será a tônica da nossa história? O que escreverão na nossa lápide? Muitos que hoje são párias na sociedade da vida vão se apoderar da esperança contida nos evangelhos e vão entrar no reino do céu, enquanto muitos outros que foram agraciados com grandes oportunidades e grande luz, mas que não fizeram caso e não aproveitaram, serão deixados para trás. E eu não posso ser contado entre esses muitos que ficarão de fora. Eu preciso ir para o céu, mas como? Apropriando-se da graça de Jesus oferecida livremente a todos que a aceitarem.

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