Meditação diária de 15/08/2019 por Flávio Reti – Joaquim Rolla
15/08/2019
Culto de Adoração (Sábado 17/08/2019)
16/08/2019

Meditação diária de 16/08/2019 por Flávio Reti – John Stith Pemberton

16 de Agosto

I Coríntios 2:9  “Mas as coisas que os olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram no coração do homem, são as que Deus preparou para os que o temem”

John Stith Pemberton

Essa data, 16 de agosto de 1888, marca o último dia de vida de um gênio, que além de químico, médico e farmacêutico, inventor dos Estados Unidos e responsável pela invenção, sabe de que? Da famosa bebida Coca-Cola. Com apenas 19 anos ele se formou em medicina e farmácia e em seguida foi para a guerra civil que se desenrolava entre o Sul e o Norte dos Estados Unidos, tendo como pano de fundo causador da guerra a escravatura, sendo o norte do país contra e o sul do país a favor. Ao voltar da guerra, ele se propôs a criar uma bebida que fosse refrescante e que fosse também remédio para dor de estômago. Em 8 de maio de 1886, dos fundos de seu laboratório saía a bebida mais ácida que já se viu e que se chamou Coca-cola. Esse camarada, praticava a medicina, preparava remédios, montava laboratórios para quem desejasse, fazia remédios com ervas em geral e dava tiro para todos os lados. Quando esteve no exército, durante a guerra civil, ele galgou o posto de tenente-coronel no batalhão de cavalaria do Estado da Geórgia e ao ser atingido quase morreu na ocasião, mas se recuperou, voltou e assumiu sua vida de empreendedor, médico e farmacêutico. Mas a famosa e refrescante, como queria Pemberton, tem uma história por trás, não foi assim do acaso que surgiu a bebida. O Estado onde Pemberton morava, A Geórgia, proibiu o uso de bebidas alcoólicas, um tipo de lei seca, mas a indústria exigia horas extras dos trabalhadores e estes procuravam alguma coisa que fosse estimulante para suportar a rotina de trabalho. Pemberton assumiu a ideia de descobrir alguma coisa que fosse inicialmente estimulante e agradável de sabor, com a proposta firme de produzir mais um xarope, ou elixir, entre os medicamentos e foi fazendo experiências, misturando ingredientes com folha de coca, com noz de coca, água gaseificada, e foi tentando. Quando chegou a um acordo com a bebida, ele preparou um jarro, foi pra frente da sua farmácia e começou a vender cada copo por 0,05 centavos. Para sua surpresa, a bebida começou a agradar e a fazer interessados. O contador da farmácia foi quem deu um nome à bebida e inclusive desenhou um rótulo com o logotipo com os dois Cs maiúsculos (Coca-Cola) pra chamar a atenção, dizia ele. Pemberton morreu dois anos depois que inventar a bebida e nunca viu o sucesso que sua criação teve ou que ainda teria no futuro. E foi assim que a Coca-cola deixou de ser um medicamento, um elixir, para ser uma bebida refrigerante mais conhecida no mundo. Hoje a Coca-Cola está em todos os países do mundo com a mesma fórmula e o mesmo sabor.

Há um provérbio popular mais ou menos assim: “Atirou no que viu e acertou o que não viu”. Foi exatamente isso que aconteceu na história da Coca-Cola, pura casualidade. A história serve para nos mostrar que nós, os crentes, não podemos jogar com o acaso. Precisamos de definição de vida, certeza do que estamos fazendo, confiança naquilo que esperamos, ou vamos chegar ao final longe do alvo, do objetivo. Por isso o profeta Isaías disse: “Este é o caminho, andai por ele sem vos desviardes para a esquerda nem para a direita” (Is.30:21).

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