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Meditação diária de 16/01/2019 por Flávio Reti – Luis Inácio Romeiro de Anhaia Melo

16 de janeiro

Tiago 4:14  “Que é a vossa vida? Sois um vapor que aparece por um pouco e logo se desvanece”

Luis Inácio Romeiro de Anhaia Melo

Talvez, para você, esse nome nada mais é do que o nome de uma importante avenida na cidade de São Paulo. E pouca gente sabe que Luis Inácio de Anhaia Melo foi por duas vezes prefeito da cidade de São Paulo, foi professor universitário na USP e político, um dos fundadores da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, que ele lecionou estética, composição e urbanismo. Nos seus dias havia também uma próspera indústria cerâmica na Vila Prudente da qual ele foi o diretor. Nasceu em São Paulo e em São Paulo morreu nessa data de 16 de janeiro de 1974. Após sua formatura como engenheiro, no Rio de Janeiro, ele trabalhou por algum tempo na antiga Estrada de Ferro Mogiana. Além de ser formado em engenharia, ele também estudou instalações industriais nos Estados Unidos e na Europa, portanto era dono de um currículo até invejável. Até hoje ainda subsiste algumas obras de sua autoria, tais como o Colégio e a Igreja de São Luís, na avenida Paulista, A igreja do Espírito Santo na rua Frei caneca, e a igreja matriz da Mooca, onde sempre demonstrava estilo clássico. Mas hoje, ele apenas empresta seu nome para uma importante avenida na cidade de São Paulo e nada mais do que isso.

Assim é a vida de muitos personagens ilustres que passaram e estão passando pela vida. São como um palito de fósforo que provém de enormes pinheiros. A árvore cresce, desenvolve um enorme tronco até que um dia lá aparece alguém com uma motosserra e o faz em pedaços que são levados para uma serraria onde os troncos vão sendo triturados e esmiuçados até se tornarem palitos de fósforo. Depois cada um ganha uma ponta recoberta de enxofre e vão para as caixinhas nas vitrines dos mercados. Quando levados para casa, eles são usados e em segundos se apagam. Daí o pensamento: Fazem um pinheiro sofrer tanto para brilhar apenas um segundo. Assim é a nossa vida, por mais ilustre que sejamos, somos usados, transformados e finalmente alquebrados pelo tempo ou pela própria vida que sofremos e nosso brilho também se apaga em pouco tempo. Passamos para a história e para a eternidade para nunca mais ter qualquer participação nesta vida. É por isso que o apóstolo disse que se nossa vida se resume apenas a esta vida, somos os mais miseráveis” (I Cor.15:19). Se tivermos a capacidade de fazer crescer dentro de nós o valor da vida imortal, além de levarmos uma vida alegre e vitoriosa aqui, vamos aprender também a cantar, a alçar a voz em hinos de reconhecimento e gratidão a Deus que nos dá a vida. Saberemos reconhecer que digno é o filho de Deus que nos deu a vida, a sabedoria e a oportunidade de viver por um tempo nesta terra. Precisamos ter a capacidade de apreciar o valor da vida imortal e da recompensa eterna, afinal, não é aqui nossa parada final. O céu nos espera com muito mais do que apenas esta vida mesquinha que aqui temos. Jesus prometeu coisas que o “olho não viu e nem subiram ao coração do homem” ( Cor.2:9).

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