Meditação diária de 14/06/2020 por Flávio Reti – Guilhotina
14/06/2020
Meditação diária de 16/06/2020 por Flávio Reti – Hélice
16/06/2020

Meditação diária de 15/06/2020 por Flávio Reti – Guitarra elétrica

15 de junho

Provérbios 29:6  “…mas o justo canta e se regozija”

Guitarra elétrica

A família dos instrumentos de corda é muito grande, começa com a harpa citada desde o início da criação e chega aos nossos dias com diversos instrumentos de cordas com amplificador eletrônico. No violão, na guitarra comum, o som é produzido pelas cordas que vibram manualmente, enquanto nos instrumentos elétricos o som é recebido por capacitores magnéticos e amplificados com outros recursos de vibração, alongamento, abafamento, timbre, o som que o artista desejar. Por ter essa grande capacidade de manipular o som, as guitarras se prestam muito bem para as músicas de rock, música de jazz, blues e as nossas músicas populares também. Os entendidos em guitarras dizem que há dois tipos básicos de guitarras: as guitarras maciças e as guitarras semiacústicas. Como o nome diz, maciça, é porque tem o corpo de madeira, acrílico, de alumínio ou de uma fibra de carbono e não possui caixa de ressonância, ou de propagação acústica. Pelo fato de não possuírem caixa acústica, a qualidade de seu som vai depender do material, ou da madeira, da qual é feita, mas dizem que ela é mais fiel ao seu timbre. As demais, todas, têm seu som manipulado eletronicamente e por isso mesmo, dizem, não é fiel ao timbre. Não me atirem pedras, porque esses são comentários de quem pouco entende de música. Meu conhecimento de música foi uma introdução para tocar clarinete quando era jovem, mas não passou disso. Arrisquei e cheguei a soprar a clarinete várias vezes, mas meu interesse era outro, assim, hoje sou apenas apreciador da boa música, especialmente dos hinos antigos. Bem, a guitarra não teria qualquer importância se não estivesse atrelada aos nomes dos grandes ícones da música moderna, especialmente o rock e o jazz americanos que vêm respingando por aqui nos músicos populares brasileiros igualmente. Mas, deixe a música moderna de lado, esqueça o pop, o rock, e pense na música que vai ser tocada no céu, após a salvação efetivada por Cristo na sua volta: o cântico do cordeiro, o cântico dos remidos. Desde o Éden a música tem acompanhado o povo de Deus, os peregrinos que subiam para adorar em Jerusalém iam cantando os hinos de Sião, Os discípulos, depois da última ceia, cantaram um hino e saíram para o monte das Oliveiras. Ellen White afirma que os anjos se uniam ao casal, no Éden, em acordes de harmoniosa música e que satanás ouviu o som da melodia de adoração e sentiu inveja, ódio e expressou aos seus seguidores a ansiedade de incitar Adão e Eva à desobediência (The Spirit of Prophecy, vol. 1, p. 34 e 35). A alma pode ascender para mais perto do Céu nas asas do louvor”. “Aquele que oferece sacrifício de louvor Me glorificará” (Sal. 50:23). Cheguemos, pois, com reverente alegria a nosso Criador, com “ações de graças e voz de melodia” (Isa. 51:3), (Caminho a Cristo, p.104).

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