Meditação diária de 13/07/2020 por Flávio Reti – Mapa
13/07/2020
Meditação diária de 15/07/2020 por Flávio Reti – Máquina de Costura
15/07/2020

Meditação diária de 14/07/2020 por Flávio Reti – Máquina a vapor

14 de julho

Provérbios 4:18  “Mas a vereda do justo é como a luz da aurora que vai brilhando mais e mais até ser dia perfeito”

Máquina a vapor

A virada do século XVIII para o século XIX marca a era das grandes invenções. Nessa época começam a surgir as máquinas, embora rudimentares, eram máquinas que representavam o progresso da civilização. Teares, máquina de costura, plantadeiras, moinhos de cereal e entre as invenções notáveis surgiu também a máquina a vapor. Todo mundo sabe que o início dos transportes sempre foi em lombo de animais e posteriormente em carroças também puxadas por animais, até que um engenheiro inglês inventasse a máquina a vapor estacionária que passou a servir para os teares, para bombear água, sobretudo para drenar a água que juntava dentro das minas de carvão, tudo baseado no princípio de que o calor produz movimento, aquecendo a água, gerando vapor que sob pressão empurra um êmbolo que aciona uma manivela e faz girar a roda. Ainda hoje o sistema é usado nas usinas nucleares, onde a fusão aquece a caldeira produzindo vapor que vai girar os geradores de eletricidade. Com a evolução da vida, foi lá pelos anos 1840 que George Stephenson, também engenheiro e mecânico Inglês, resolveu pôr a máquina a vapor em cima de trilhos com rodas munidas de rebordos para não sair dos trilhos. Ele que não sabia ler nem escrever, trabalhava numa mina de carvão como operador de máquina a vapor usada para esgotar a água que se acumulava na mina, mas recebendo um salário miserável não suficiente para pagar sua educação e mesmo assim projetou sua primeira locomotiva. Inicialmente sua invenção era para o transporte de carvão dentro da mina, mas tinha capacidade de transportar 30 toneladas. Logo em seguida ele colocou aquela máquina a vapor fora da mina e diante dos aplausos de sucesso, ele foi convidado para construir uma ferrovia de 13 quilômetros entre duas cidades (Hetton e Sunderland). Foi a primeira linha de transporte por terra que não usava força animal. Carros nos trilhos já existiam, mas eram puxados por cavalos, máquinas a vapor também já existiam, mas eram máquinas estacionárias usadas para bombear água, para mover teares, mover moinhos e Stephenson convenceu os empresários a usar a máquina a vapor sobre trilhos para transporte em geral, de pessoas e de mercadorias que até então eram transportadas em carroças, e deu muito certo. O que eu vejo na vida de George Stephenson foi uma experiência crescente para melhorar as condições dos transportes na Inglaterra e agora podemos comparar com o crescimento espiritual que também deve melhorar a nossa vida rumo ao céu. Só o fato de não crescermos espiritualmente, já é indício de que estamos ficando para trás. Logo, crescer sempre e para o alto é a palavra de ordem neste momento em que vivemos neste mundo.

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