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14 de junho

Isaías 45:21  “Deus justo e salvador não há além de mim”

Guilhotina

Foi durante a revolução francesa que reinventaram a guilhotina para aplicar a pena de morte por decapitação. Era um estrupício de uns quatro metros de altura com uma lâmina pesada de uns 40 quilos suspensa por uma corda que era mantida erguida até que o carrasco soltasse a corda e a lâmina descia com todo o peso e com toda a força sobre o pescoço do condenado decepando lhe a cabeça num só golpe. Foi uma proposta advinda da frieza de um médico de nome Joseph Ignace Guillotin que propôs esse método de execução em substituição ao enforcamento ou a decapitação a golpes de machado, porque julgava ser mais humano. Na verdade não foi ele o inventor, ele apenas sugeriu que revivessem, durante a revolução francesa, esse recurso que já era usado desde tempos remotos. Na revolução francesa, só em Paris, o aparelho executou 2794 inimigos do regime. A história registra que durante a Idade Média já havia aparelhos de cortar a cabeça na Alemanha e depois do século XVI também na Inglaterra e na Escócia. A guilhotina francesa foi só uma versão mais elaborada. Entre 1792, o começo da revolução francesa, até 1799, o chamado período do terror, calcula-se que mais de 40.000 mortes aconteceram na guilhotina francesa. A primeira pessoa a ser guilhotinada na França foi um operário de nome Nicolas Jacques Pelletier, em 1792, e no próximo ano, o próprio rei da França, Luís XVI foi executado na guilhotina. Você vai se lembrar de nomes famosos que foram guilhotinados como Maria Antonieta, rainha da França, Antoine Lavosier, considerado o criador da química moderna, Maximilien de Robespierre, advogado e político a favor da revolução francesa, foi quem pediu a condenação de Luís XVI. Como se pode perceber nessas poucas linhas de leitura, a insanidade humana não respeita limites. Não basta matar, o que já é contra a lei de Deus, o homem ainda o faz com requintes de crueldade. Lá foi a guilhotina, nos Estados Unidos ainda é a cadeira elétrica, nos países Islâmicos é o enforcamento em praça pública, semelhante ao que fizeram com Tiradentes aqui mesmo no Brasil. Os Romanos, nos dias de Cristo usavam a crucifixão do condenado nu, sofrendo a dor e a vergonha. Atualmente se faz com envenenamento ou com aplicação de uma injeção letal. De qualquer modo, a pena de morte é um absurdo, próprio de gente insana, demônios em forma de pessoa. A bíblia nos ensina que a justiça, a justa justiça, é a de Deus e ele a executará no tempo certo (Salmo 89:14), porque os homens maus não entendem a justiça. Não matarás diz a lei de Deus.

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