Programação do Dia do Jovem Adventista 2019
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Meditação diária de 15/03/2019 por Flávio Reti – Heitor Ferreira Penteado
15/03/2019

Meditação diária de 14/03/2019 por Flávio Reti – Albert Einstein

14 de março

Deuteronômio 30:19  “…escolhe, pois, a vida para que vivas, tu e a tua descendência”

Albert Einstein

Que ele era um alemão você já sabe, que foi chamado de o pai da física também você já sabe, mas há ainda muitas nuances desse famoso personagem que nem todos sabem. Por exemplo: Ele está envolvido com várias ramificações da física tais como Relatividade Geral e Restrita, Movimento Browniano, Efeito Fotoelétrico, Equivalência entre Massa e Energia, Equações de Campo, Estatística de Bose, Paradoxo EPR e outras variáveis da física. Ele era alemão de nascimento, mas morou na Itália, na Suíça e nos Estados Unidos. Ele era de família judia, mas quando Hitler chegou ao poder em 1933, ele já estava nos Estados Unidos onde se naturalizou e nunca mais se interessou pelo seu país de origem. Teve uma vida muito ativa, viajou pelo mundo dando palestras em Universidades, ficou amigo conhecido de muitas autoridades e personalidades da ciência e dentro dos nichos acadêmicos. Ele publicou mais de 300 artigos científicos e outros 150 não científicos. O nome de Einstein veio a ser conhecido como sinônimo da palavra gênio. Numa eleição entre 100 físicos do mundo todo, ele se sagrou o primeiro e mais memorável, com isso a revista Time o destacou como o personagem do século XX. A vida de Einstein é muito rica em detalhes, com idas e vindas entre os países de residência como Alemanha, Itália, Suíça e Estados Unidos, além de visitas a dezenas de outros países incluindo o Brasil, seus dois casamentos, uma filha na Alemanha cujo destino ninguém informa, a cooperação com outros cientistas, os muitos artigos que escreveu e outros mais nos quais colaborou. Até que um belo dia, no verão de 1950, os médicos descobriram que ele sofria de um aneurisma na região abdominal que começou a crescer. Einstein recebeu a notícia com tranquilidade e recusou várias tentativas dos médicos para uma cirurgia. Sempre que o abordavam para a cirurgia ele respondia: “Quero ir quando eu quiser. É de mau gosto prolongar a vida artificialmente. Fiz a minha parte, é hora de ir embora e eu vou fazê-lo com elegância”. Dias depois ele mesmo fez questão de assinar seu testamento, determinou sua secretária e seu amigo (Helen Dukas e Otto Nathan) para serem seus representantes literários e ofereceu todos os seus manuscritos para a Universidade Hebraica de Jerusalém, uma escola que ele havia ajudado na fundação, e dedicou seu violino de estimação ao seu neto Bernhard Caesar Einstein. Ele mesmo fez os arranjos para seu próprio funeral.

Pelo relato de sua biografia, temos a impressão de que ele morreu tranquilo, sem desespero de causa e consciente da exiguidade da vida. Quem dera todos nós, cristãos, tivéssemos também essa consciência de que a vida é breve, que todos um dia se encontrarão diante do rei do Universo, Jesus Cristo, para sermos admitidos no seu reino ou reprovados para sempre. Agora é tempo de decisão para repensarmos a vida, vamos tomar posição e fazer decisões acertadas a tempo. O tempo está passando e a fila está andando, por isso, pare e pense, não se deixe passar por idiota que não para pra pensar.

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