Meditação diária de 13/02/2019 por Flávio Reti – Galileo Galilei
13/02/2019
Meditação diária de 15/02/2019 por Flávio Reti – Manuel Ferraz de Campos Sales
15/02/2019

Meditação diária de 14/02/2019 por Flávio Reti – James Bond

14 de fevereiro

Êxodo 20:7  “Não tomarás no nome do Senhor teu Deus em vão, porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar seu nome em vão”

James Bond

Em 14 de fevereiro de 1989 morreu em Philadelfia, no Estado da Pensilvânia, James Bond. O que muitos desconhecem é que ele não foi o espião que todos ouvem a respeito e tão pouco um dramaturgo ou produtor cinematográfico. Seu interesse e o que norteou sua vida foi inspirado numa viagem que seu pai fez no delta do rio Orenoco. Ele chegou a ser funcionário bancário por alguns anos, mas ele queria mesmo era se imiscuir na história natural e pensando assim ele pediu demissão do banco e foi se aventurar numa expedição no rio Amazonas custeado pela Academy of Natural Sciences. E sabe fazendo o que? Ornitólogo, por incrível que pareça! Ele se especializou em pássaros do Caribe e escreveu livros sobre o assunto: Birds of the West Indies. Com isso ele ganhou medalhas e medalhas na Jamaica e nos Estados Unidos, mas morreu aos 89 anos e foi enterrado no jardim de uma igreja, lá mesmo na Pensilvânia. Mas, certo dia, um jornalista de nome Ian Lancaster Fleming, que também era entusiasta da observação de pássaros, teve a ideia de usar o nome de James Bond como herói de sua literatura sobre espionagem e assim pediu à viúva de Bond autorização para o uso do nome James Bond como um notório espião, já que seu marido havia sido um grande espião de pássaros e dono de um nome assim curtinho pegaria bem como um nome grandemente comercial e tal aconteceu. O nome James Bond é conhecido mundialmente na literatura e no cinema como o grande espião, quando na realidade ele foi apenas um observador de pássaros, sua profissão oriunda das lembranças contadas por seu pai na viagem pelo rio Orenoco. Hoje ninguém conhece James Bond como ornitólogo e sim como espião nas telas do cinema mundial. Quer dizer, roubaram sua identidade e lhe atribuíram uma personalidade que ele nunca foi. Assim se deu com o apóstolo Pedro, o discípulo de Jesus. Ele era pescador, seguiu o mestre e se tornou um grande pregador, mas hoje todos dizem que ele foi o primeiro papa, fundador da Igreja Católica Romana. Semelhante ao que aconteceu com James Bond, roubaram a identidade de Pedro e lhe atribuíram façanhas que ele nunca fez. Incrível de se acreditar, mas existe ladrão de nome e é aqui que devemos tomar algum cuidado. Nosso nome deve ser tremendamente honrado, nunca emprestado para qualquer outra coisa que não seja nossa realidade. Cuidar de nosso nome é um dever que carregamos todos os dias. O salmista Davi, referindo-se ao nome do Senhor, o nosso Deus, ele afirma que “nele confiarão os que conhecem o seu nome, mas ele justifica dizendo porque o Senhor não abandona aqueles que o buscam” (Sal.9:10). Se há alguma coisa da qual devemos cuidar é do nosso nome, porque atrelado a ele vai nossa reputação, nossa personalidade e finalmente nosso caráter. Por isso que “melhor é o bom nome do que muita riqueza”

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