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14 de janeiro

Isaías 26:3  “Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti, porque ele confia em ti”

A Anestesia

Pensa numa descoberta, ou invenção, que tem uma tremenda aplicação na vida dentro dos hospitais, clinicas e prontos-socorros. A anestesia confere aquela insensibilidade que permite aos pacientes passarem por procedimentos cirúrgicos sem experimentar a dor e a angústia que experimentariam se soubessem que não seriam anestesiados. Essa ausência de consciência reversível acalma muita gente que de outra maneira prefeririam morrer a ter o corpo invadido com dor. Anestesiar é farmacologicamente induzir a amnesia, a analgesia, a falta de resposta, perda de reflexos musculares deixando o corpo à mercê dos cirurgiões. Desde os tempos de Hipócrates, o famoso médico da Grécia antiga, vários tipos de plantas já vinham sendo experimentadas para anestesiar, especialmente com o ópio. Alguns xamãs dentre os Incas mastigavam folhas de coca e cuspiam no local da incisão para fazer as vezes de anestésico. Mas foi apenas em 1842 que o médico Cawford Long usou éter para anestesiar um paciente que tinha um tumor e daí para frente ele continuou usando éter sem propagar o feito. Só em 1849 ele publicou sua experiência e tornou público o uso do éter. Foi um dentista que ousou administrar anestesia em um evento de cirurgia pública por inalação, mas não sabia das experiências de Crawford. O dentista foi convidado pelo hospital geral de Massachusetts para demonstrar sua nova técnica e um outro cirurgião removeu um tumor do pescoço do paciente sem dor e com o paciente em estado de inconsciência. Experimentando gases para anestesiar, chegaram ao clorofórmio comprovadamente eficaz, mas mais perigoso do que o éter e pela falta de experiências levou muita gente à morte desnecessariamente. O elemento principal da anestesia não deixa de ser uma droga que leva ao estado de inconsciência e hoje uma ampla variedade de drogas são usadas modernamente como anestésicos obviamente assistidas por anestesistas certificados porque é uma atividade de risco, mas algumas drogas são usadas até fora do ambiente operatório, fora das salas cirúrgicas, até nas ruas. Imagine que para o anestesista agir ele precisa do paciente monitorado com eletrocardiograma, batimentos cardíacos, pressão arterial, nível de oxigenação do sangue, temperatura e outros quesitos próprios da situação.

Há uma outra atividade que também põe o indivíduo fora da consciência, é o hipnotismo que no passado, nos dias da Sra. White, era chamado de mesmerismo e ela aconselha muito contra essa atividade. Ela acha que ninguém deveria submeter a mente à vontade de outrem, como acontece no ambiente do hipnotismo. Essa é uma artimanha de satanás para apanhar os incautos, logo, muito cuidado com essa atividade. Vamos ficar só com a anestesia porque é uma ciência estudada e cientificamente comprovada para não corrermos riscos de alguma influência satânica.

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