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12/10/2020
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14/10/2020

Meditação diária de 13/10/2020 por Flávio Reti – Sutiã

13 de outubro

João 8:32  “E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”

Sutiã

Sutiã é uma palavra de origem francesa (soutien) cujo significado é apoio, suporte e é exatamente isso que ele faz sendo usado por mulheres para servir de proteção e sustentação das mamas. O uso do sutiã começou em 1914 com a ousadia e uma dose de rebeldia de uma jovem de nome Mary Phelps Jacob, nos Estados Unidos. Ela se indispôs contra o uso do espartilho que além de apertá-la demais ainda deixava sobrar pelo decote de um vestido de uso noturno que acabara de comprar. Ela queria alguma coisa que permitisse moldar os seios, talvez diminuir, esconder e quando quisesse exibir também. Pedindo ajuda para sua empregada, ela pegou dois lenços, um pedaço de fita e um cordão e inventou algo que agradou inclusive as amigas para quem ela confeccionou outros. Com a aprovação das amigas, ela resolveu comercializar sua invenção, mas acabou vendendo a patente para uma tecelagem por 1550 dólares, a Warner Bros, que em poucos anos depois já havia faturado 15 milhões de dólares com a invenção da jovem revoltada. As modelos da Warner Bros conseguiram transformar o sutiã em uma peça íntima confeccionada com panos finos de seda dando um ar de sensual como é até hoje. Mas, enquanto isso, em 2012, o departamento de arqueologia da Áustria descobria, nos porões de um daqueles castelos medievais, uma peça semelhante conservada no museu de Londres, de maneira a afirmar que o sutiã não foi realmente inventado por Mary Phelps em 1914. O que Mary Phelps queria era alguma coisa que trouxesse beleza, conforto e sedução e até conseguiu. Dados históricos revelam que há 2.000 anos antes de Cristo, lá na Ilha de Creta, as mulheres já criavam algo para desafiar a lei da gravidade e segurasse os seios levantados. As mulheres gregas costumavam enrolar os seios com tiras para que não balançassem. As mulheres romanas criaram uma espécie de faixa para apertar e diminuir os seios. Durante o período da Renascença na Europa, a aristocracia determinava o padrão de beleza das mulheres que amarravam os seios com cordões tão apertados que algumas chegavam a desmaiar. O sutiã chegou para libertar a mulher daquela tortura ditada pela moda e se tornou, por outro lado, uma peça que além da busca da beleza trouxesse conforto e sedução. Como a moda é elástica, vai e volta, nos anos 1930 surgem os sutiãs com bojo, com aro de metal para aumentar o volume. Em 1960, as feministas de Hollywood se cansaram da opressão do sutiã e queimaram milhares de peças em praça pública para protestar pregando liberdade para as mulheres. Era o início da fase chamada liberação das mulheres. Uma busca tola de liberdade quando a liberdade que mais precisamos é a liberdade de consciência. Viver à altura dos reclamos de Deus para não ter uma consciência acusadora.

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