Voluntariado na Comunicação – Boletim
12/08/2019
Meditação diária de 14/08/2019 por Flávio Reti – Enzo Anselmo Ferrari
14/08/2019

Meditação diária de 13/08/2019 por Flávio Reti – Eduardo Henrique Accioly Campos

13 de agosto

Mateus 14:31  “Imediatamente estendeu Jesus a mão, segurou-o e disse-lhe: Homem de pouca fé, por que duvidaste?”

Eduardo Henrique Accioly Campos

Como os brasileiros estão cansados de políticos ladrões e corruptos, falar ou escrever sobre algum político parece que não tem qualquer novidade, cai sempre em lugar comum. Mas nem todos são ladrões e corruptos, ainda há políticos honestos, raros mas existem. Eduardo Campos era um economista e ao mesmo tempo político pelo PSB e que chegou a governador do Estado de Pernambuco por dois mandatos e em 2014 concorria à presidência da República quando sofreu um acidente aéreo na baixada Santista no dia 13 de agosto desse mesmo ano. Era casado com uma economista e auditora do tribunal de contas do Estado de Pernambuco com quem tinha 5 filhos, sendo o mais novo com 7 meses na ocasião do acidente e era portador da Síndrome de Down. Quando Eduardo Campos ainda era deputado federal ele recebeu um prêmio conhecido como PRÊMIO LEÃO DO NORTE concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco apenas aos parlamentares mais ativos e mais atuantes no Estado. Entre suas muitas participações no governo, como ministro do Presidente Lula, ele foi o criador das Olimpíadas de Matemática nas Escolas Públicas, uma atividade considerada a maior no mundo em número de participantes. A Ferrovia Transnordestina e a Refinaria Abreu de Lima são obras dele como governador, como também a Hemobrás, fábrica de derivados de sangue. Ele teve a honra de construir três novos hospitais na área metropolitana do Recife. Políticos sempre gostam de fazer uma lista de seus feitos mais importantes já pensando nas próximas eleições, mas com Eduardo Campos não foi dele a lista, mas de seus admiradores, porque ele mesmo era recatado e não dado a rompantes de elogio próprio. Infelizmente, no dia 13 de agosto de 2014, sendo ele candidato à presidência da República, embarcou num avião fretado, modelo Cesna, por volta das 9h00 da noite, saindo do Aeroporto de Santos Dumont no rio com destino ao Município do Guarujá, no Estado de São Paulo, para cumprir agenda de campanha. Por volta das 10h00, sobrevoando uma área residencial, já se preparando para o pouso, o avião caiu sem deixar sobreviventes. Era o fim da vida de um homem público, bem cotado na mídia daquele ano como candidato à presidência. Por coincidência, Eduardo Campos morreu no mesmo dia em que seu avô morreu no ano de 2005. Depois vieram os comentários prós e contras, os mais estapafúrdios, mas uma acusação ainda paira até hoje: O avião onde estava Eduardo Campos foi sabotado e por isso caiu, porque no momento não havia nada que pudesse ser a causa da queda. O voo estava tranquilo, a situação atmosférica normal, o avião estava em boas condições, o piloto era experiente e tudo vinha ocorrendo bem. Mas a dúvida ainda paira na atmosfera do acidente.

Em termos de salvação não pode haver dúvida. O ministério do apóstolo Paulo, que não havia sido discípulo direto de Jesus, era por vezes posto em dúvida pelos demais colegas do evangelho. Mas nós, particularmente, não podemos manifestar dúvida com respeito à veracidade do evangelho, à certeza da salvação, a eficácia da graça de Jesus e o poder de Deus. Porque o evangelho ainda é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rom.1:16).

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