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13/07/2019

Meditação diária de 13/07/2019 por Flávio Reti – Jesuína dos Santos Cardoso

13 de julho

Mateus 5:12  “Alegrai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão no céu…”

Jesuína dos Santos Cardoso

A bíblia registra no capítulo 5 do livro de Gênesis vários nomes de pessoas que viveram, antes do dilúvio, centenas de anos. Entre as muitas pessoas citadas estão a família de Adão até Noé. Por exemplo, Adão viveu 930 anos (Gen.5:5). Com o aumento da maldade dos homens veio o dilúvio e após o dilúvio o próprio Deus afirma que a vida se limitaria a 120 anos (Gen.6:3). E aqui temos uma mulher, a Jesuína dos Santos Cardoso, que chegou aos 120 anos de idade e que gerou um problema com os serventes do Instituto Nacional de Seguridade Social, o nosso INSS. Aconteceu que ela teve sua aposentaria cancelada quando os computadores acusaram seu aniversário de 120 anos, porque estavam programados para duvidar que alguém chegasse a 120 anos. O INSS achou que era impossível alguém estar vivo com tal idade e isso obrigou a dona Jesuína, com essa idade, viajar centenas de quilômetros para se apresentar pessoalmente numa agência do INSS em Rio Branco do Ivaí, no Estado do Paraná e provar que ainda estava viva a fim de continuar recebendo seu benefício. O caso virou notícia nacional e vários jornais estampavam o seguinte: «Paranaense de 120 anos tem aposentadoria cancelada por ser velha demais». «Com 120 anos, paranaense prova que está viva para receber aposentadoria». «Morre no PR, aos 120 anos, mulher mais velha do mundo». Ela nasceu em 30 de janeiro de 1896 — Rio Branco do Ivaí e faleceu em 13 de julho de 2016, num total de 120 anos, 5 meses e 18 dias. A família pleiteava uma citação no Guinness Book já que a mulher mais velha registrada no Guinness morreu em Nova York com 116 anos. A família estava no processo de entregar os documentos, mas não teve tempo hábil e dona Jesuína morreu com problemas cardíacos e em seus últimos dias vinha passando sempre deitada, raramente se levantando. A expectativa de vida de uma região ou de um país é a média aproximada dos anos que o grupo vai viver e essa estatística serve para o Estado fazer cálculos econômicos e também serve como indicador de qualidade de vida. A expectativa de vida hoje é discutida segundo a classe da renda, se é rico ou pobre, o acesso aos serviços de saúde, ao saneamento, à educação, à cultura e ao lazer e podemos agregar os índices de violência, de criminalidade e até de poluição do lugar onde determinada população vive. Mas de que adianta discutir a expectativa de vida quando na prática raríssimas pessoas chegam a mais de cem anos, de cento e vinte é quase um fenômeno. A verdade nua e crua é que todos envelhecemos e fatalmente vamos morrer mais cedo ou mais tarde. Nossa única esperança deve estar na promessa de Jesus de voltar e dar aos seus filhos fiéis o direito à vida eterna num lar de delícias incomparáveis com esta terra carcomida pelo pecado e pelas desgraças que o inimigo das almas consegue arrostar sobre a população do planeta. Jesus é a esperança, afinal, ele mesmo disse: “Sem mim nada podeis fazer” (João 15:5).

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