Meditação diária de 12/06/2020 por Flávio Reti – Grelha 
12/06/2020
Meditação diária de 14/06/2020 por Flávio Reti – Guilhotina
14/06/2020

Meditação diária de 13/06/2020 por Flávio Reti – O Guarda-chuva

13 de junho

Salmo 23:1  “O Senhor é o meu pastor, nada me faltará”

O Guarda-chuva

Para os americanos não existe diferença entre guarda-chuva e sombrinha, tudo lá é umbrela. Aqui pra nós, sombrinha é para mulher e guarda-chuva é para homem, mas seja como for, é um objeto que serve para nos proteger da chuva e do sol e consiste numa armação de varetas presas numa haste deslizante e por cima dessa armação vai uma cobertura de pano ou plástico. A história registra que há 3.400 anos já existia na Mesopotâmia, região onde está o Iraque de hoje, um artefato semelhante para proteger os reis e rainhas contra o sol, não contra a chuva porque naquela região é muito difícil chover. Os abanos feitos de papiro ou de folhas de palmeiras sempre existiram. Na Grécia e em Roma essa proteção era considerada artigo puramente feminino. No século XVIII surgiu um comerciante inglês teimoso e obstinado de nome Jonas Hanway que se apaixonou pelo uso do guarda-chuva e conseguiu transformá-lo em artigo também para homem criando uma versão mais sóbria. Jonas Hanway, de início foi vaiado e ridicularizado, mas depois de sua morte, devagarinho a moda do guarda-chuva para homens foi começando aos poucos ser aceita nos dias chuvosos de Londres. Os fabricantes de guarda-chuva, mormente os chineses, procuram fazê-lo com materiais leves para serem carregados e com tecido também leve e impermeável. Semelhante aos guarda-chuvas surgiu também o chamado guarda-sol de uso nas praias e nos jardins dos hotéis e às vezes usados também por alguns vendedores ambulantes. Para descontrair, lá no Nordeste, especificamente no Recife, há uma dança folclórica denominada de frevo que é dançada pelas meninas com uma sombrinha colorida fazendo parte da indumentária que enfeita os passos da dança. Aparentemente, um guarda-chuva ou uma sombrinha protege até bem, mas basta um vento mais forte e eles já se dobram para trás e deixam o freguês na chuva, o tal objeto não é de muita confiança. Quando falamos em proteção, a primeira palavra que nos vem à mente é “polícia”, bem poucos vão se lembrar do guarda-chuva que nos protege dos raios ultra violetas do sol prevenindo um câncer de pele. A palavra proteção está muito na moda atualmente, veja como podemos entendê-la: Na informática, proteção da memória, na economia, o protecionismo, no meio ambiente, proteção ambiental, na administração pública, proteção civil, no direito, proteção de dados pessoais, no trabalho, proteção coletiva e individual, mas pode reparar que em nenhuma delas se lembra de guarda-chuva, porque não é proteção adequada para tudo. Os cristãos precisam de outro tipo de proteção, a de Deus, porque há momentos em que todos os tipos de proteção falham e somente em Deus podemos confiar. Confiança é coisa de foro íntimo e nós só confiamos naquilo que conhecemos ou em quem conhecemos. Se você conhece a Deus, sabe quem é Deus, pode confiar que é seguro.

Os comentários estão encerrados.