Montagem dos Kits para o Dia do Jovem Adventista 2019
12/03/2019
Programação do Dia do Jovem Adventista 2019
13/03/2019

Meditação diária de 13/03/2019 por Flávio Reti – Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes

13 de março

Gálatas 6:9  “E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não houvermos desfalecido”

Maria Rita de Sousa Brito Lopes Pontes

Na mídia e dentro da Igreja Católica, ela ficou conhecida como a Irmã Dulce, com um adendo: dos pobres. Assim: Irmã Dulce dos pobres. Como nasceu em Salvador, na Bahia, os baianos preferem chama-la de “Anjo bom da Bahia”. Na realidade ela foi uma pessoa religiosa, dentro da Igreja Católica e que se dedicou às ações de caridade e de assistência aos necessitados. Consta na sua biografia que desde muito nova ela já lotava a casa de seus pais com pessoas pobres e com isso ela se desenvolveu ajudando e criando várias instituições de filantropia, inclusive nos consta que ela conseguiu construir um hospital no mesmo local onde era um galinheiro do convento que ela frequentava. Hoje é um grande hospital (Hospital de Santo António). Na cidade de Praia Grande, o hospital local leva seu nome, Hospital Irmã Dulce. Ela nunca deixou de ser importante e saliente ativista humanitária e em todo mundo hoje, quando se refere ao seu nome, é sempre relacionado com amor ao próximo e com caridade. Seguindo costumes católicos, ela foi indicada para o prêmio Nobel, mas não obteve o prêmio, foi beatificada, depois canonizada e hoje considerada uma Santa Brasileira e eleita a “religiosa do século” XX. Em uma pesquisa feita por um canal de televisão, o SBT, em 2012, para escolher o personagem que mais contribuiu em todos os tempos com o Brasil, ela ficou entre os doze primeiros. E não pense que Irmã Dulce tinha essa vocação por ser de origem pobre, porque ela provinha de uma família bem estruturada, seu pai era dentista e professor na Universidade da Bahia. Mas desde adolescente ela já começou ajudando pessoas doentes, mendigos de rua, e outros necessitados. Sua casa virou desde cedo um centro de referência ao atendimento dos necessitados a ponto de haver aglomeração na porta de sua casa e se tornar conhecida como “a portaria de São Francisco”. Com setenta e sete anos de idade, cinquenta deles dedicado à caridade e amor ao próximo, a Irmã Dulce faleceu, de causas naturais, honrosamente, no Hospital que ela mesma havia fundado. Em 2014 foi feito um filme rodado na Bahia, um documentário com a história das obras meritórias da Irmã Dulce. Mas por que será que não surgem mais pessoas com esta mesma índole, com esse afã de ajudar? Será porque nós somos egoístas e egocêntricos? Ou porque somos indiferentes ao sofrimento alheio? Jesus um dia vai nos dizer que sempre quando fizemos a um dos pequeninos, a Ele o fizemos e sempre quando deixamos de fazer a um dos pequeninos, a Ele deixamos de fazer. A vida está se escoando e um anjo do céu, chamado de anjo relator, está circulando pela terra anotando todo bom ato que fazemos e também o bom ato que deixamos de fazer. Se a execução de algum mau ato é pecado, a omissão de bons atos também o é. Um cristão nunca poderá se eximir de ser bom para poder ajudar, pense nisso!

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