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12/02/2020
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14/02/2020

Meditação diária de 13/02/2020 por Flávio Reti – Bob de cabelo

13 de fevereiro

I Pedro 3:3  “O vosso adorno não seja o enfeite exterior, como as tranças do cabelo, o uso de joias de ouro, ou o luxo dos vestidos, mas seja o do íntimo do coração, no incorruptível traje de um espírito manso e tranquilo que é precioso diante de Deus”

Bob de cabelo

As mulheres sempre gostaram de alisar cabelo, dar brilho, dar caimento, dar volume, cachear, ondular, mas sem danificar o cabelo e pra isso os bobes são bem melhores do que as chapinhas. Mas alguém pode estar pensando que bob é coisa do tempo da vovó e que só são vistos nos filmes antigos e nos programas do tipo pastelão, como dona Florinda no seriado Chaves. Engana-se quem pensa que o bobes são coisas do tempo das avós. O tal de bob ainda é um acessório muito útil e muito usado porque dependendo de como são usados eles podem devolver um cabelo bem melhor do que quando se usa químicas e tinturas modernas com processos a quente que às vezes queima os cabelos. Você deve estar mentalizando aqueles bobes de plástico, grandões, mas há deles mais discretos de silicone, de espuma, de velcro e a vantagem é que a própria dona do cabelo faz a arrumação sem depender de cabeleireira. O tamanho do bob tem a ver com os resultados, porque bobes grandes devolvem ondas e volumes maiores enquanto bobes pequenos formam cachos mais delicados, além do mais quem tem cabelo curto não consegue usar um bob grande. Eu estou apenas dando palpite com respeito aos bobes, mas me disseram que eles podem ser usados na horizontal e na vertical, dependendo que que se quer deles. O problema para as mulheres é na hora de soltar, porque se não for feito com cuidado os fios podem se quebrar. Agora imagine: Depois de todo trabalho de enrolar, esperar um tempo, soltar, se quiser que o penteado perdure, a mulher terá que borrifar um spray de laquê para segurar o efeito por mais tempo. Mas por que toda essa história com bobes e cabelos e spray e cuidado? Tudo para comparar com nossa vida que é tão efêmera quanto os arranjos do cabelo feito com bobes. A mulher passa horas, às vezes o dia inteiro, com bobes na cabeça e no dia seguinte o efeito tão desejado já se foi. Semelhantemente, a gente passa quase a vida inteira envolvidos com um objetivo e quando se vê a vida está chegando ao seu final e nós não progredimos como se esperava. Viver é uma ciência, é a ciência da vida. No monumento Obelisco do Parque Ibirapuera de São Paulo encontramos a seguinte frase referente aos quatro jovens mortos na resistência da revolução de 1932: “Viveram pouco para morrer bem, morreram jovens para viver sempre.” E assim deveria ser nossa vida, morrer bem para viver sempre.

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