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13 de janeiro

Mateus 8:27  “Que homem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?”

Anemômetro

A palavra anemômetro nós herdamos dos gregos, onde anemus significa vento e, como você já desconfiou, é um aparelho usado para medir a velocidade dos ventos e com um pouco mais de sofisticação indica também sua direção, fazendo o papel de biruta, aquele saquitel que fica em cima de uma haste balançando ao vento geralmente na cabeceira dos aeroportos e nas estações meteorológicas. Quanto à sua invenção, atribui-se a Leonardo da Vinci, mas há registros dele desde 1450 usado por um italiano de nome Leon Batista Albert. Outros nomes apareceram em seguida fazendo melhorias no anemômetro e entre eles estão Robert Hooke, um Inglês em 1844, John Thomas Romney em 1846, James Lind e finalmente por um geologista de nome Andreas Pfitsch em 1994, bem recente. Mas tudo que o vento move pode ser adaptado para marcar a velocidade do vento, por isso os anemômetros foram inicialmente de copo, de conchas, de canecas, de hélice e atualmente com um sensor eletrônico, afinal, estamos na era da eletrônica, ou não? Mas ainda hoje é um sistema de conchas que vai girar e acionar um dispositivo eletrônico que não depende da direção do vento, ele só transfere a velocidade para o dispositivo que mostra em números digitais a velocidade. Parece algo muito simples, mas imagine um navio no meio dos mares, sem qualquer ponto de referência e sendo açoitado pelos ventos. O comandante precisa saber a força que o vento está soprando para imprimir maior força nos motores a fim de vencer a força do vento. Imagine também um avião na hora de decolar que precisa vencer a força do vento e romper a atmosfera rumo às alturas, acima dos ventos, para estabilizar o voo. Eu me preocupei com a força do vento e me lembrei daquela comparação feita por Jesus de que o Espírito Santo age como o vento (João 3:8). Jesus dizia a Nicodemos que o vento sopra onde quer e não se sabe de onde vem nem para onde vai. Noutras palavras, não temos como controlar a atuação do Espírito Santo. O homem sabe controlar o vento natural, físico e até aproveitá-lo para gerar energia, trabalho, como nos moinhos a vento, mas o Espírito Santo está além da nossa capacidade de controle. Conclusão, o homem não pode tudo, como pensa que pode. O homem é limitado em muitos aspectos e como tal precisa de alguém mais poderoso do que ele para realizar aquilo que ele não pode por si mesmo. Esse alguém é Deus. Alguém disse que o homem com Deus pode tudo, mas o homem sem Deus não pode nada. O que você acha disso?

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