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Meditação diária de 12/10/2017 por Flávio Reti

12 de outubro
Dia da criança

Provérbios 20:11   “Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se a sua conduta é pura e reta”

A mamãe da Margarida era uma excelente costureira.  Fazia roupas para muita gente.  Antigamente as roupas não vinham prontas. As pessoas não compravam roupa pronta na loja. As pessoas só podiam comprar o tecido para fazer a roupa. Não havia fábrica de roupas.  Só havia fábrica de tecidos e as mamães tinham que aprender a fazer roupas para seus filhos ou então pagar para alguma costureira fazer.

E a mamãe da Margarida fazia roupas para todas as pessoas da vila onde ela morava. Ela era mesmo uma excelente costureira! A Margarida via sua mãe fazendo roupas e dizia que quando crescesse queria ser igualzinha sua mãe.  Queria fazer roupas para as pessoas também. Sempre que sua mãe descuidava, ela pegava a tesoura que estava em cima da máquina de costura, alguns pedaços de pano, retalhos que sua mãe deixava cair no chão e começava a fazer suas roupinhas. Mas a mamãe de Margarida sempre falava para ela não mexer na máquina de costura porque o motor elétrico era muito veloz e podia prender seu dedo na correia. Um dia sua mãe se descuidou e saiu para ir até a cozinha para ver se as panelas já estavam fervendo para fazer o almoço e deixou a Margarida brincando na sala. A Margarida se levantou e pensou:  Agora é a minha hora. Eu vou costurar também. Não pensou duas vezes.  Levantou e foi se sentar à máquina para costurar. Não demorou um minuto e foi só gritos que a mãe de Margarida ouviu lá da cozinha.  Ela veio correndo para ver o que tinha acontecido e se deparou com a Margarida ainda aos berros e com o dedo costurado em baixo da agulha da máquina.  Ela havia costurado seu próprio dedo!

A mamãe ficou desesperada.  Como que ela iria tirar a agulha que havia atravessado o dedo da Margarida!  Vocês já pensaram quanta dor a Margarida deve ter sentido com o dedo costurado e sem poder sair dali?

A mãe, para poder tirar a agulha, teve que fazer a máquina girar para trás e só quando a agulha subiu que a Margarida conseguiu soltar o dedo. Foi uma dor terrível!  Margarida nunca mais esqueceu a lição.  Até hoje quando ela se lembra daquele dia ela sente arrepios! Bem, Margarida foi um nome que eu inventei, para não dizer que era minha irmã a dona da proeza de costurar o próprio dedo. Mas ali estava uma criança que se deu a conhecer pelas suas ações. Ela esperou a mãe descuidar e foi fazer o que não devia. Ela não estava sendo honesta e nem sincera. Ela desmereceu a confiança da sua mãe em pouquíssimo tempo.

Mas, deixando a minha irmã “Magarida” de lado, o que se discute hoje no dia das crianças, é o direito delas. Elas tem direito à vida, à educação, à alimentação. Antes de nascer já tem direitos assegurados.

Para muitas crianças, Deus deu instruções diretas mesmo antes de nascer. Foi o caso de Sansão, o anjo apareceu à sua mãe e deu todas as instruções que ela deveria seguir (Ju.13:3). Com Zacarias, pai de João Batista se deu a mesma coisa. Um anjo desceu para falar especificamente com ele (Luc.1:11-13). O nascimento de Jesus foi anunciado a Maria muito antes da formação de Jesus no ventre (Luc.Luc.1:28).

Bem disse alguém que “os filhos são o que são, porque tiveram os pais que tiveram”.

Nossa preocupação maior está nas crianças e todos querem que elas sejam as melhores crianças do mundo, mas nos parece que a ênfase deve estar nos pais. Se os pais não forem bons pais, é impossível a criança ser uma boa criança. Observe o comportamento de vida de Zacarias e de Izabel sua esposa, pais de João Batista, que Lucas descreve ambos como justos diante de Deus, andando irrepreensíveis em todos os mandamentos e preceitos do Senhor” (Luc.1:6). Está aí a solução para nossos filhos. Se queremos filhos lindos, bem disciplinados, primeiramente nós precisamos ser lindos e disciplinados. Não falta orientação da parte de Deus para sermos pais exemplares. Se há alguma falta, é a nossa falta. Que Deus nos ajude a sermos pais exemplares, se queremos filhos exemplares e esse dia da criança é uma boa oportunidade para pensarmos sobre o assunto. Pense um pouco!

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