Meditação diária de 11/07/2017 por Flávio Reti
11/07/2017
Programação organizada pelo Departamento da Saúde
12/07/2017

Meditação diária de 12/07/2017 por Flávio Reti

12 de julho

Dia do engenheiro florestal

Apocalipse 21:15   “E aquele que falava comigo tinha por medida uma cana de ouro, para medir a cidade, as suas portas e o seu muro”

Eu me lembro quando era aluno bolsista no IASP que meu chefe chamou para esquadrinhar a terra onde seriam plantados vários abacateiros. Ele fez primeiro uma fileira de covas em linha reta mantendo a distância entre alas e depois com o auxílio de uma corda formando um triângulo reto e com a ajuda de mais um aluno a gente ia marcando as covas todas alinhadas e no esquadro em relação à primeira fileira em linha reta. Depois de plantado, a gente olhava de longe e via tudo alinhado e esquadrejado simetricamente. Eu já estava quase me achando um engenheiro florestal.

Mas um engenheiro florestal não vive só de plantar abacate. Ele atua num ramo de trabalho que tem por fim a produção de alimentos retirados da floresta, de áreas cultivadas, através do manejo inteligente das áreas plantadas a fim de suprir a demanda de alimentos. Ele pode trabalhar para uma grande indústria, como as fábricas de celulose que exigem enormes plantações de eucaliptos, para uma produtora de carvão vegetal, produtora de madeira para a construção civil e também nas grande agropecuárias na produção de grãos em grande escala. Como a humanidade depende de conservar o ambiente onde vive, essa profissão se reveste de importância nas mãos do engenheiro florestal. Os governos precisam deles para manter as áreas protegidas, e para fiscalizar as áreas que são dedicadas ao extrativismo privado. A Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, foi quem começou a ministrar o curso de engenharia florestal no Brasil, uma cópia do que se fazia na Alemanha desde 1911.

Nós temos na bíblia um relato de plantações que não eram protegidas e nem assistidas por um engenheiro florestal. Nós a encontramos no Livro de Juízes (Juízes capítulo 6), exatamente nos tempos dos juízes que julgavam Israel antes do período dos reis. Os filhos de Israel, como sempre, faziam o que era mal aos olhos do Senhor e por isso o Senhor os entregava nas mãos de seus inimigos. Dessa vez foram os Midianitas. Acontecia que quando os israelitas semeavam esperando colher, vinham os midianitas e destruíam as plantações e saqueavam deixando Israel sem a produção do campo. Levavam também bois e ovelhas e jumentos. Assim Israel ia se enfraquecendo dia a dia por causa dessa política dos midianitas. Sem saída aparente, os filhos de Israel clamaram ao Senhor que os ouviu e levantou um camponês, de nome Gideão, que estava malhando seu pouco trigo escondido dos midianitas. Um anjo do Senhor veio a Ele e o instruiu como se livrar dos opressores. Aqui temos uma bela lição: Sempre que clamamos ao Senhor, que reconhecemos nossa incapacidade de lidar com o problema, o Senhor de alguma maneira virá em nosso socorro. Foi por essa mesma razão que o salmista, ao escrever os seus salmos, disse que “entregássemos nossos caminhos ao Senhor, confiássemos nele e ele tudo faria” (Sal.37:5). Entregar os caminhos ao Senhor e uma maneira eufemística de dizer confiar. Confiar no Senhor e ele tudo fará. Mas nós só confiamos em quem conhecemos, ninguém confia em estranhos, com raríssimas exceções. Logo, é necessário que conheçamos a Deus, mais intimamente, para desenvolver a confiança nele. Comece hoje, procure conhecer a Deus lendo sobre ele, observando as obras criadas por ele, curvando a cabeça e orando diretamente a ele. As coisas podem mudar. Deus está ouvindo. “Aprendam a confiar em Deus. Aprendam a ir Àquele que é poderoso para salvar. Contem ao amoroso Salvador exatamente aquilo que necessitam. Aquele que disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos e não os impeçais” (Luc. 18:16), não rejeitará as orações de vocês, antes enviará os Seus anjos para guardar e protegê-los dos anjos maus e para facilitar-lhes a prática do bem. Assim será muito mais fácil do que se tentarem fazê-lo em suas próprias forças. O sentimento de vocês será então sempre este: “Pedirei a Deus que me ajude, e Ele o fará. Realizarei o que é correto em Sua força. Não entristecerei os queridos anjos que Deus enviou para me guardarem. Jamais seguirei uma conduta que os separe de mim” (A Verdade sobre os Anjos, p.18).

 

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