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Meditação diária de 12/11/2020 por Flávio Reti – Velcro

12 de novembro                                                                     

Isaías 66:2  “…mas eis para quem olharei: para o humilde e contrito de espírito que treme da minha palavra”

Velcro

Dizem que o camarada estava andando pelo meio de uma lavoura onde havia carrapicho que iam a cada passo se prendendo na perna da calça. Ele resolveu olhar mais de perto o mecanismo pelo qual o carrapicho se prendia e observou que o carrapicho tinha uns ganchos que se entranhavam nas fibras do tecido e ficavam presos. E dizem que foi daí que Georges de Mestral, em 1948, desenvolveu um sistema de fecho ao qual deu o nome de velcro. Assim nasceu uma indústria produtora desse tipo de fecho que consiste em ganchos de um lado e argolas do outro lado. O fecho é feito de um material plástico duro que facilmente se engancha e se solta com um pouco mais de força, mas normalmente se engancha e permanece enganchado. Georges de Mestral patenteou sua ideia em 1955 e posteriormente desenvolveu outros materiais e outros formatos do fecho até colocar à venda no mercado em 1960. Inicialmente ele começou testando as fibras do algodão que não deram bons resultados e na continuação chegou ao nylon e ao poliéster com uma faixa de ganchos em uma tira de tecido e outra tira de tecido com argolas do mesmo material e finalmente deu certo. O nome velcro Georges de Mestral tirou da língua francesa onde velours quer dizer veludo e crochet quer dizer gancho e juntando as duas ele criou a palavra nova velcro e deu esse nome para sua empresa que até hoje continua fabricando e vendendo esse sistema de fecho. Passado o período da validade de uma patente, outras empresas surgiram fabricando produtos semelhantes, mas Velcro passou a ser uma marca registrada e não apenas nome de um produto. Atualmente você vai encontrar fechos de velcro em bens de consumo, em embalagens, em roupas militares e comuns, em sacos de produtos agrícolas e onde for necessário um fecho o velcro pode resolver. Estamos falando em um produto bem idealizado para fechar muitas coisas, mas poderíamos citar também os botões, os colchetes, as fivelas, os laços e nós e até os pregos e parafusos, porque tudo serve para fechar. Mas nossa mão, quem a fecha? Nosso coração, quem o fecha? Nossos olhos, nossos ouvidos, nossa boca, tudo chega a um momento que precisam ser fechados e o agente que executa o ato de fechar somos nós, pessoas “inteligentes” que nem sempre sabemos o momento certo de fechar nossos sentidos. Mas uma coisa com muita facilidade fazemos: Fechamos a mão ao pobre e fechamos o coração aos contritos e angustiados e esquecemos que exatamente para esses contritos e angustiados é que Deus olha com simpatia.

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