Meditação diária de 11/03/2019 por Flávio Reti – Cândido Barata Ribeiro
11/03/2019
Laura Morena na Igreja do UNASP-HT
12/03/2019

Meditação diária de 12/03/2019 por Flávio Reti – Íñigo Lópes

12 de março

Salmos 15:1-4  “Quem, Senhor, habitará na tua tenda? Quem morará no teu santo monte? …aquele que, embora jure com dano seu, não muda”

Íñigo Lópes

Ao nascer, no país Basco, recebeu o nome de Íñigo Lópes, mas passou para a história como Santo Inácio de Loyola, o fundador da ordem católica conhecida como a ordem dos Jesuítas. Apesar de ter ficado órfão de mãe muito cedo e de pai aos 16 anos, ele foi morar com um parente, servindo de pajem, e como sua família era ligada às autoridades do reino de Castela, ele viveu sua mocidade com uma vida folgazã, levianamente. Nas marchas e contra marchas do movimento político no reinado de Castela, ele que servia como um soldado, sem contanto ser, foi ferido e acabou passando alguns meses inválido, enclausurado dentro do castelo que pertenceu ao seu pai. Enquanto se recuperava dos ferimentos, ele decidiu ler alguns livros para mais facilmente passar tempo e acabou se encontrando com o livro “Vita Christi” (A vida de Cristo, em Latim) de um autor saxônio e que falava da vida dos santos. Lendo essa espécie de literatura, ele se animou com a noção de poder viver uma vida de serviço e dedicação a Deus, quem sabe imitando o grande Francisco de Assis e outros “santos” que viveram antes dele. Recuperando a saúde, passou pelos mosteiros, confessou-se várias vezes, abandonou seus trajes militares e suas roupas aparatosas e se vestiu de saco, depois se entregou a um estilo de vida mendicante impondo sobre si mesmo muitas penitências querendo imitar os santos. Passou a viver de esmolas, não comeu mais carne nem bebeu vinho e resolveu visitar hospitais e ajudar os doentes com comida. Resumindo, depois de passar por muitas peripécias de aceitação e de afastamento pelos seus superiores, ele com outros seis companheiros fundaram a Companhia de Jesus com o intuito de fazer trabalho missionário e apoio hospitalar, mas isso em Jerusalém, ou se não fosse assim, seria para onde o papa quisesse. Com o movimento contra a reforma em andamento, o papa os enviou para as Américas e para o Oriente. Com isso ele exigiu do papa que regulamentasse a ordem, o que foi feito em 1540 através de uma bula denominada Regimini Militantis Ecclesiae (Regulamentos dos Militantes da Igreja em Latim) Com o decorrer dos anos, os jesuítas, assim conhecidos, passaram a exercer outras atividades que hoje são suspeitas e mal recebidas em vários países. Na realidade, eles deturparam os objetivos para os quais a ordem foi criada. Hoje existem livros aos montes declarando os Jesuítas culpados pela morte de presidentes, pela deposição de papas, inclusive. Não seria semelhante a muitas igrejas chamadas de evangélicas que hoje pregam um evangelho espúrio muito diferente daquele que ensinou Jesus? É verdade que o tempo cura muitas coisas, mas também deturpa muitas coisas. Os jesuítas estão ainda por aí, se puder estude um pouco mais sobre eles e você vai ficar estarrecido. De Jesus, implícito no nome da ordem não existe nada, mas de crimes e atividades escusas existem livros às centenas descrevendo quem são os Jesuítas de hoje. Nossa posição? Ficar longe dessa gente e procurar estar mais perto de Jesus.

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