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Meditação diária de 11/10/2020 por Flávio Reti – Stent

11 de outubro

João 11:25  “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim, ainda que morra, viverá”

Stent

Quando um estudante de medicina termina sua graduação, ele promete, sob juramento, exercer a arte de curar seguindo os caminhos da honestidade, da caridade e da ciência. No decorrer da vida profissional, alguns médicos conseguem fazer muito mais do que isso. Alguns vão para os laboratórios pesquisar, outros vão para as salas de cirurgia e outros ainda voltam para as salas de aula para ensinar. E sabe que temos alguns brasileiros nesse excelente grupo cujas técnicas são reverenciadas e seguidas no mundo inteiro. Um médico alemão criou a técnica da angioplastia, um cateterismo usando um balão que sugava o local obstruído. Mas o médico brasileiro, Eduardo Souza, depois de estagiar na Europa, adotou a técnica no Brasil e em 1999 ele propôs colocar uma prótese de metal dentro das coronárias. Era a invenção do famoso stent, um implante de aço inoxidável, semelhante a uma mola, inserido no coração via cateter. O médico brasileiro se orgulha ao dizer que já colocou stents em mais de 5.000 pacientes, ao redor de 8.000 stents, porque alguns pacientes recebem mais de um stent. O objetivo principal de um stent é alargar o diâmetro do local obstruído. O uso do stent serve também para desobstruções, além das coronárias, nas carótidas, nas ilíacas e em qualquer formação tubular do corpo como artérias e veias, dutos biliares, no esôfago, uretra, traqueia, e até no cérebro. Eu mesmo, depois de um enfarto, recebi 3 stents em outubro de 1918 e estou convivendo perfeitamente com eles aqui no meu peito. Por incrível que pareça, os stents foram inventados por um médico urologista e hoje todo mundo trabalha para aperfeiçoar o material empregado nos stents para maior durabilidade e evitar rejeição. A tecnologia de implantes está muito avançada no mundo inteiro. Depois da descoberta de drogas para evitar rejeição, as chamadas imunossupressoras, quase todos os órgãos do corpo já podem ser transplantados, desde coração, fígado, rins, e outras mais implantadas como dentes, próteses metálicas no quadril, nos joelhos, pinos e metais nos membros. Tudo isso é muito bonito, muito interessante, mas a beleza maior fica para quando Jesus ressuscitar os salvos de todos os tempos e lhes conceder a imortalidade. Sairão dos túmulos esbanjando vitalidade, com o corpo perfeito para nunca mais sofrer dor, doença ou morte e com a capacidade de viver eternamente. Utopia, você poderá dizer. Mas não é, porque o próprio Jesus nos assegurou que daria a vida eterna (João 10:28) àqueles que crerem nele. Você crê nisso? Crê nas palavras de Jesus?

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