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Meditação diária de 11/08/2019 por Flávio Reti – Ove Joensen

11 de agosto

Eclesiastes 2:16  “…E como morre o sábio assim morre o estulto”

Ove Joensen

A história do mundo está repleta de pessoas que empreenderam aventuras das mais diversas. Algumas pessoas tentam saltos, mergulhos, corridas, tempo em baixo d’agua, aventuras no mar e na terra. Ove Joensen é mais uma dessas pessoas que, sendo marinheiro e aventureiro em busca de notoriedade, se lançou ao mar buscando fama e popularidade.  Ele vivia em uma pequena ilha de nome Nólsoy no Atlântico Norte e lá ele construiu um barco de nome Faroé Diana Victoria e seu objetivo era fazer uma viagem de 900 milhas náuticas, o que daria 1.700 quilômetros, entre as ilhas Faroé até Copenhagen, na Dinamarca. Nolsoy era uma ilha que tinha apenas uma loja, dois bares, 213 habitantes e nenhum carro. Ove Joensen morava no porão de um escritório turístico que tinha ao lado um barco de madeira onde Ove vivia e ali mesmo ele morreu. Por duas vezes ele tentou, em 1984 e 1985, e não deu certo, não conseguiu chegar ao seu destino e parou pelo meio do caminho. Teimoso e determinado, ele tentou a terceira vez e dessa vez ele obteve sucesso e chegou a Copenhagen no dia 11 de agosto de 1986 depois de 41 dias remando sozinho na imensidão do oceano. Você consegue imaginar alguém remando um barquinho em alto mar sozinho durante 41 dias sem ver terra ou pessoas na sua frente e vendo o suprimento quase se acabando? Consegue imaginar o medo de uma tempestade no mar, o medo de uma onda gigante que virasse o barquinho? Pois tudo isso Ove Joensen enfrentou e nada do que temia aconteceu, mas por ironia da vida, ele certo dia caiu no mar, em um dos fiordes da sua região e morreu por afogamento, algo quase inimaginável para um marinheiro de experiência no mar. Especula-se que estivesse bêbado, porque em são juízo ele teria nadado e se safado das águas com facilidade, aliás, era acostumado com o mar. Desde sua adolescência ele trabalhava como pescador ao lado de seu pai, depois foi cozinheiro numa companhia de navegação. Certo dia ele conheceu um outro aventureiro de nome Colin Quincey cuja amizade mudou sua vida. Quincey foi o primeiro a remar de Nova Zelândia até a Austrália durante 63 dias numa distância de 2.700 quilômetros. Sabendo disso, uma sementinha germinou na sua mente e Ove criou seu lema: “Onde houver lugar para se ver, pessoas para se conhecer, aventuras para desfrutar, ali estarei”. Onde ele chegava ele fazia a festa, tocava acordeom nas praias enquanto era observado por olhos arregalados dos nativos e sempre com um copo de whisky por perto.

Nada explica, mas o que ele mais gostava, do mar, foi o que o matou.

Já parou para pensar que o que os homens mais gostam, o pecado, é o que um dia vai levá-los à morte se não se arrependerei e se entregarem a Jesus? Ove gostava do mar e um dia o mar o levou. Nós gostamos de pecar, mas não podemos esperar que o pecado nos leve à perdição, há de haver uma saída, e há, Jesus Cristo é o caminho, a verdade e a vida. Nele está a saída para não sermos tragados pelo pecado que “tão de perto nos assedia”.

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