Meditação diária de 10/06/2020 por Flávio Reti – Grampeador
10/06/2020
Meditação diária de 12/06/2020 por Flávio Reti – Grelha 
12/06/2020

Meditação diária de 11/06/2020 por Flávio Reti – Gravador magnético

11 de junho

Gálatas 6:17  “Porque eu trago no meu corpo as marcas de Jesus”

Gravador magnético

O gravador magnético entra na lista das invenções que mudaram o mundo porque até a sua invenção toda gravação era feita com ranhuras sobre um cilindro metálico ou sobre um disco de embonite. Depois da sua invenção tudo passa a ser gravado em fitas recoberta com um material ferroso sensível à imantação, um polímero sobre uma fita plástica recoberta com óxido de ferro ou de cromo e facilitou muito a preservação de sons, de imagens e também de dados na forma de sinais elétricos. Hoje cartões de bancos possuem tarja magnética com dados, fechaduras de apartamentos só abrem com um cartão magnético gravado, conversas telefônicas são gravadas e guardadas em fita magnética. O princípio da gravação magnética foi inventado por um engenheiro dinamarquês de nome Valdemar Poulsen, em 1900. A maior novidade era a fita magnética poder ser gravada e apagada várias vezes e se tornar um meio econômico e simples para preservar e reproduzir os dados nela gravados. O gravador que vai modificar a disposição dos óxidos na fita é a peça principal da nova descoberta. Ele dispõe de uma cabeça, chamado popularmente de cabeçote de gravação, sobre o qual a fita desliza e ao passar por cima dele ela sofre a imantação variável pelos pulsos magnéticos provocados. No processo inverso, ela passa por cima da cabeça e como está imantada a fita provoca a imantação do cabeçote reproduzindo os pulsos que nela ficaram gravados. As primeiras fitas para gravação magnética eram as chamadas fitas de rolo, um rolo de 30 centímetros de diâmetro com uma fita de vários metros de comprimento e meia polegada de largura, mas depois foi reduzida para 4 mm de largura nas chamadas fitas cassete. Então, o gravador magnético é isso, um dispositivo eletrônico criado para registrar e reproduzir inicialmente sons em uma fita magnética. Como depois da onça morta todo mundo é caçador, o sistema de gravação magnético se espalhou e evoluiu para os discos rígidos dos computadores. Lendo e escrevendo sobre gravação magnética me vem à mente as palavras do profeta Isaías, referindo-se ao Messias, quando ele diz: “Eis que nas palmas das minhas mãos eu te gravei” (Is.49:16), uma referência aos cravos que traspassaram as mãos de Jesus quando foi pregado na cruz, uma marca que ele levará para a eternidade. As mesmas marcas que Jesus mesmo mandou que os discípulos incrédulos apalpassem (Luc.24:39-40) especialmente com Tomé que duvidou da sua ressurreição. Jesus insistiu para que colocasse o dedo nas suas marcas nas mãos e nos pés e do lado traspassado (João 20:27), marcas estas que nenhum cabeçote magnético será capaz de apagar ou de regravar por cima. Fique confiante e saiba que seu nome também está gravado nas mãos de Jesus, mesmo que você um dia não esteja no céu ele.

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