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10/05/2020
Meditação diária de 12/05/2020 por Flávio Reti – Estetoscópio
12/05/2020

Meditação diária de 11/05/2020 por Flávio Reti – Esteira Ergométrica

11 de maio

Miqueias 4:2  “Vinde e subamos ao monte do Senhor e à casa do Deus de Jacó, para que nos ensine os seus caminhos”

Esteira Ergométrica

Esteira na realidade é aquela que os campesinos fazem com as folhas de palmeiras ou com tiras de bambu, e só porque se acrescentou a palavra “ergométrica” (medida de esforço” já entendemos outra coisa bem diferente da esteira original. Nós dizemos esteira, os Portugueses preferem chamar de passadeira e os americanos então, chamam de treadmill (moinho de pisar), olha para onde as línguas nos levam para entendermos o mesmo objeto. Uma esteira ergométrica é um objeto eletromecânico com o objetivo de propiciar condições de se fazer exercícios físicos, simulando uma caminhada ou uma corrida sem sair do lugar. A quem interessar, o mercado oferece diversos tipos de esteiras, algumas simples, sem motor, que o caminhante impulsiona com o próprio movimento de andar e outras mais sofisticadas motorizadas, com regulagem de inclinação imitando subidas, rampas, com medidor de velocidade da marcha, com possibilidade de aumentar ou diminuir a velocidade, que contam em tese o espaço percorrido e o tempo gasto. Algumas conectadas ao corpo da pessoa que exercita marcam até a pulsação e os batimentos cardíacos pelo esforço feito. As origens da esteira podem ser rastreadas até o século 1 d.C. Os antigos romanos usavam um tipo de guindaste com pedais para manipular objetos pesados e daquilo surgiu a ideia. Em 1818, um engenheiro Inglês de nome William Cubitt, que era filho de um proprietário de moinho (mill em inglês), notando a indolência dos prisioneiros nas cadeias, ele propôs usar a força dos detentos para curar a indolência deles e ao mesmo tempo produzir algum trabalho útil moendo grãos e inventou um esteira que ao caminhar movia um moinho, daí o nome treadmill em inglês. A primeira esteira para consumo doméstico foi desenvolvida por William Staub, engenheiro mecânico. Staub notou que não havia esteiras domésticas acessíveis na época e decidiu desenvolver uma esteira para uso próprio, no final dos anos 60. Uma vez terminada a invenção, um amigo encontrou os primeiros clientes para a máquina, que incluíam vendedores de equipamentos de ginástica. Elas são tão sofisticadas, fazem tanta coisa e não saem do lugar. Não podemos comparar com aquelas pessoas que fazem tantas coisas nesta vida e nunca avançam um passo para frente? Parece até que ficam sapateando no mesmo lugar e nunca progridem e no final a vida se resume nisso. Trabalham a vida inteira e não passam dessa vida enfadonha, não desfrutaram da vida, não têm esperança de futuro, e a vida pra elas é só isso mesmo, andar, correr, subir, descer, e nunca sair do lugar. Tais pessoas precisam de alguma orientação e para isso o evangelho tem muitos incentivos. Jesus disse que aquele que vive e crê nele nunca morrerá (João 11:26). Só essa informação já é um grande incentivo para a vida mais abundante.

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