Meditação diária de 10/04/2019 por Flávio Reti – Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas
10/04/2019
Meditação diária de 12/04/2019 por Flávio Reti – Yuri Alekseievitch Gagarin
12/04/2019

Meditação diária de 11/04/2019 por Flávio Reti – Idi Amin Dada

11 de abril

Mateus 11:29  “… e aprendei de mim que sou manso e humilde de coração…”

Idi Amin Dada

Esse camarada foi inicialmente um militar aliado aos britânicos servindo na Somália e no Quênia. De nacionalidade Ugandense, ele conseguiu chegar ao cargo de Major no exército local, mas se envolveu na liderança de um golpe de estado contra o presidente Milton Obote e assumiu como chefe de Estado. Foi um grande violador dos direitos humanos pela repressão policial, pela perseguição de etnia, nepotismo, corrupção e assassinatos. Resumindo, ele era um monstro na frente de seu próprio povo e os observadores estimam que seu governo matou 500 mil pessoas opositoras de seu regime e só militares ele assassinou 5.000 suspeitos de oposição ao seu governo. O ditador Idi Amin nunca permitiu uma biografia ou alguma descrição de seus atos e isso dificulta muita informação a seu respeito, nem o ano do seu nascimento é sabido com certeza e o local de seu nascimento é duvidoso, mas ele se dizia islâmico para obter apoio de Kadafi na Líbia, da União Soviética e da Alemanha Oriental. Amin sempre demonstrava um comportamento megalomaníaco, violento e vingativo e logo que assumiu iniciou um processo de expulsão de todos asiáticos e europeus dizendo que Uganda era dos negros. Os perseguidos perdiam suas casas e tinham as empresas fechadas e ele se engrandecia diante de seu povo bajulado pelo título de “Big Daddy” ou Paizão. Ele também proibiu hippies e minissaias no país e certa ocasião ele se apresentou num funeral saudita usando um Kilt, aquela espécie de saiote usado pelos escoceses, tamanha era sua excentricidade. Ele sempre debochava de outros presidentes, dizia que era conselheiro até de Richard Nixon, na América, e chegou a defender a mudança dos escritórios da ONU para Uganda. Muitos de seus conterrâneos o acusavam de ser violento e sanguinário, de guardar cabeças decepadas em um frigorífico e alimentar crocodilos com cadáveres esquartejados, de certa vez espicaçar uma de suas esposas encontrada picadinha dentro do porta-malas de seu carro. Ele muitas vezes mutilava as pessoas e as deixava no meio da rua sangrando até morrer, enterrava prisioneiros em buracos cheios de água gelada e ali os deixava a morrer congelados.

Você leu apenas algumas das muitas atrocidades que Idi Amin Dadá perpetrava contra seu próprio povo e agora pense um pouquinho: Como será que Deus vai julgar um camarada desses? Se no céu os anjos tomam nota de tudo (Mat.18:10), certamente seus atos funestos estão lá relatados e esperando o dia do ajuste de contas. Quanta diferença entre o manso e meigo Jesus que andava por toda parte fazendo o bem (At.10:38)! A vida de Idi Amin só serve para uma única coisa: Despertar em nós o desejo de ser diferentes dele e mais próximos de Jesus, porque no céu estão guardados os relatos estritamente honestos de cada vida aqui neste mundo. Talvez esse relato sirva não só para informar sobre Idi Amin, mas para evitar qualquer ato que possa de longe se parecer com atos praticados por ele. De homens assim o mundo não precisa, ninguém precisa. Sua história serve para nos ajudar a querer ser bons, porque de pessoas bondosas o céu se agrada.

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