Meditação diária de 08/08/2019 por Flávio Reti – Bartolomeu Lourenço de Gusmão
08/08/2019
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09/08/2019

Meditação diária de 09/08/2019 por Flávio Reti – Francisco de Assis Pereira

09 de agosto

Colossenses 2:8  “Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens…”

Francisco de Assis Pereira

Esse camarada ficou conhecido no Brasil inteiro como o maníaco do parque, porque estuprou e matou, pelo que se sabe, seis mulheres e tentou assassinar outras nove em um único ano, 1998. Pelo fato de seus crimes ocorrem no Parque do Estado, na capital Paulista, e porque os corpos de suas vítimas foram encontrados todos no parque, ele veio a ser conhecido como o maníaco do parque. O homem só teve experiências negativas na vida e talvez isso explique seus traumas e seus assassinatos em série. Quando ainda criança uma tia o havia molestado sexualmente, daí ele desenvolveu uma obsessão por seios, Depois de adulto um patrão o seduziu e isso o fez um interessado em relação homossexual, noutra ocasião uma doida teria com uma mordida quase arrancado seu pênis. Por algum tempo conviveu com uma travesti denominada Tayná, em quem ele constantemente batia com socos no estômago e tapas no rosto, exatamente como algumas mulheres que escaparam da sua sanha denunciaram à polícia. Ele já tinha passagem pela polícia por ter usado cheque roubado de uma namorada na compra de um capacete. Trabalhava numa empresa de motoboys, próximo a uma delegacia, que já vinha investigando seus crimes. Certo dia, sem maiores explicações, ele se demitiu deixando apenas um jornal e um bilhete explicando sua saída sobre a mesa. Um dia antes, ele abordara uma jovem, e aí ele cometeu um deslize, mas ela não demonstrou interesse em acompanhá-lo, mas mesmo assim ele deixou um cartão com ela com o nome de Jean, com o telefone da empresa onde ele trabalhava. No momento em que a imprensa borbulhava com os casos de assassinatos, essa jovem entregou o cartão à polícia que contatou a empresa e chegou ao nome de Francisco de Assis Pereira. Ele não era um João ninguém, era extrovertido, falava bem, tinha habilidade de convencimento levando as vítimas a se abrirem e se mostrarem vulneráveis e então ele surgia com promessas de participação em propagandas de empresas do ramo de cosméticos. Enquanto as investigações aconteciam, o proprietário da empresa de motoboys chamou a polícia e mostrou com estranheza um osso e um RG enfiado numa ranhura do sanitário da empresa. Era a ligação de Francisco com sua primeira vítima. Diante disso, Francisco fugiu para o sul do país, mas foi alcançado e acabou por confessar todos os demais crimes indicando a localização dos corpos, das ossadas no caso. Impressionante era como ele, sem usar arma, conseguia convencer as vítimas a subir na garupa de uma moto e se dirigir para o mato do parque com um homem que mal acabavam de conhecer. Ele ainda está preso e deverá sair em 2028 ao completar 30 anos de reclusão, mas grandes psiquiatras dão como certeza que ele vai voltar a agir da mesma maneira devido à sua personalidade psicopata irreversível. Francisco explicou que era fácil convencer mulheres, era só falar o que elas queriam ouvir. Ele as elogiava, oferecia um bom cachê e chance de aparecer em revistas, coisa de oportunidade, e convidava para uma sessão de fotos no ambiente do parque.

Se um homem sem cultura consegue aliciar mulheres até esclarecidas, o que não poderá satanás fazer com pessoas incautas? É aqui que mora o perigo, todos nós somos passíveis de convencimento, logo, precisamos cuidar para não cairmos presas do maior dos inimigos de Deus e da humanidade, ele, satanás.

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