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09/04/2019

Meditação diária de 09/04/2019 por Flávio Reti – Carlos Filipe Artur Jorge

09 de abril

Mateus 27:34  “Deram-lhe a beber vinho misturado com fel…”

Carlos Filipe Artur Jorge

É o filho mais velho e herdeiro da rainha Elisabeth II com seu marido Filipe. Pelo fato dele ser o primeiro na hierarquia da sucessão, ele detém vários títulos, como Príncipe Charles, Príncipe de Gales, Duque de Rothesay, Duque de Cornualha e outros menos importantes. Ele teve o privilégio de nascer num palácio (palácio de Buckinghan), estudou antropologia e arqueologia na mesma escola que seu pai estudou, bacharelou em Cambridge e serviu na Marinha Real. Casou-se com a mulher mais linda do mundo (segundo dizem), teve dois filhos e depois se divorciou atraindo uma lista de escândalos extra conjugais. Casou depois com Camila Parker Bowles, seu amor da adolescência. Charles, a despeito de tudo que dizem dele, é grande defensor de causas humanitárias, fundador de diversas instituições de caridade e de artes, dono de uma enorme fazenda que produz e vende para todo o Reino Unido produtos agrícolas orgânicos, resumindo, é um grande ambientalista. Grande defensor e interessado em manter os edifícios históricos e até escreve sobre o assunto. Infelizmente, após seu divórcio, sua vida amorosa serviu e alimentou muitas especulações. A imprensa aqui e ali o relacionava com mulheres diversas e ele ia descartando a todas até chegar em Camila Parker Bowles, seu verdadeiro amor, que teria que ser virgem, ser protestante, e que foi aquela que o ajudou a escolher sua primeira esposa, Diana Spencer, a professorinha do Jardim da Infância, e o palácio de Buckingham, a contra gosto, anunciou seu segundo casamento.

Bem, a minha observação desse casal é o seguinte: Você pode ler e reler a biografia e todos os comentários sobre o príncipe Charles, mas em lugar algum você vai encontrá-lo vivendo ou morando em uma casa comum, sempre em castelos e palácios. Que diferença entre o manso e meigo Jesus que deixou sua glória nas cortes celestiais para vir e viver entre os homens, levar uma vida mais que humilde e finalmente morrer pelos pecados da humanidade a fim de redimir a raça humana e levá-la de volta ao estado em que fora criada. Temos muito que aprender com a história da vida de Jesus em comparação com a vida dos príncipes e reis deste mundo. Aqui todos querem a glória, a fama, mas nenhum deles quer a cruz, a ignomínia e o escárnio. Bem por isso Jesus disse que larga é a porta que conduz à perdição e apertada é a porta que conduz à vida (Mat.7:13). Um príncipe nunca soube o que é ser maltratado, ser traído e ser finalmente morto para salvar quem não merece. Esse foi o caminho que unicamente Jesus trilhou, você entende isso? Muitas vezes os reis e rainhas têm sentimentos mais vis do que seu lacaios. Humilhar o seu povo, impor pesados tributos aos pobres conterrâneos, negar direitos óbvios e deixar viver na humilhação é próprio de reis e príncipes e isso todos já viram acontecer ao longo da história, especialmente durante a chamada idade média, ou idade escura, ou ainda idade medieval. Somente um Deus de amor tem outro tratamento para seus súditos, os crentes de todos os tempos, a quem prometeu salvar e levar para um reino de paz e delícias. Nele você pode confiar, nos demais até pode desconfiar.

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