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Meditação diária de 08/11/2020 por Flávio Reti – Vaporizador

08 de novembro

Efésios 4:27  “Não deis lugar ao diabo”

Vaporizador

Aposto que você já viu um aparelho qualquer na porta de uma farmácia criando vapor de água e expelindo algo parecido com uma fumaça, mas era vapor de água, para fazer propaganda do aparelho destinado a fazer inalação em crianças e adultos para descongestionar as narinas. Mas um vaporizador é muito mais do que isso que você viu na porta da farmácia. É um tipo de aparelho que aquece ervas aromáticas a uma temperatura bem alta para que elas liberem seus componentes ativos junto com o vapor. É um aparelho elétrico e que já está sendo vendido nos Estados Unidos e no Canadá em tamanho portátil usando baterias para que o usuário retire do bolso e use a qualquer hora onde estiver. É o chamado mundo dos “vapes” que está crescendo entre os fumadores que pretendem encontrar uma forma mais “sadia” de manter seu vício sem prejudicar a saúde e que seja mais seguro. Dizem que os vaporizadores de ervas oferecem uma alternativa mais segura e mais conveniente para os fumadores e outras pessoas porque não deixa aquele odor fétido de tabaco ou de qualquer outra erva como a canabis. E já existem vários modelos diferentes no mercado para o usuário aproveitar o vapor das ervas eficientemente. Um vaporizador é usado para inalar os produtos ativos encontrados nos ingredientes vegetais que normalmente são canabis, o próprio tabaco, até o tomilho ou qualquer outra erva ou mistura delas. As ervas mais comuns usadas são aloé, eucalipto, camomila, lúpulo um ingrediente da cerveja, cravo da Índia, ginkco biloba, erva cidreira, lavanda, sávia e outras. Acaba sendo uma alternativa para fumar, ou para não fumar, porque ao invés de queimar a erva produzindo derivados tóxicos que podem ser cancerígenos, um vaporizador aquece a erva para liberar os compostos ativos existentes na planta fervida e liberados no vapor. Não produz fumaça, usa menos quantidade da erva do que em um cigarro, e os efeitos nocivos do tabagismo é eliminado ou pelo menos reduzidos. Eu aqui com meus botões penso que é mais um prato servido pelo diabo para agradar outros paladares, porque, afinal, ele sempre ofereceu pratos diferentes para paladares diferentes. Lembra do Arco-íris que Deus pôs no céu como promessa de que a terra jamais seria destruída por um dilúvio? Compare agora com o símbolo LGBT em forma de arco-íris com as cores do movimento. Lembra do sábado como uma lembrança da criação de Deus? Compare agora com o domingo como o dia do sol, da família mais modernamente, para lembrar a quem? Quem nada criou! Pois, bem, o diabo tem realmente um prato para cada paladar, cuidado com ele!

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