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08/05/2020

Meditação diária de 08/05/2020 por Flávio Reti – Esfignomanômetro

08 de maio

Provérbios 8:35  “Porque o que me achar achará a vida e alcançará o favor do Senhor”

Esfignomanômetro

Esse palavrão todo aí acima é para identificar um aparelho para medir a pressão arterial e a pulsação das pessoas. Ele sempre é usado junto com outro aparelhinho, o estetoscópio, para o profissional de saúde auscultar os sons das batidas do coração. O tal esfignomanômetro foi inventado em 1881, por um médico Italiano de nome Samuel Siegfried Karl Ritter von Basch, mas em 1896, apenas 15 anos depois, outro Italiano de nome Scipione Riva Rocci aperfeiçoou o invento do colega e ele só foi popularizado na comunidade médica em 1901, mais 5 anos depois. E pensa que antes disso não havia conhecimento de pressão sanguínea, as pessoas só sabiam que o coração batia, mas se era com pressão ou sem pressão era totalmente desconhecido. Que bom a gente saber também que a pressão interna se equipara com a pressão atmosférica externa e tudo transcorre como normal, mas pensa aí que se a pressão interna for maior que a externa o sangue começa a sair pelas narinas, pelos olhos, pelos ouvidos e por quantos buracos houver e, pensa agora ao contrário, se a pressão externa for maior que a pressão interna, o que pode acontecer? Haverá um esmagamento do corpo inteiro provocando a morte. Se você já viajou de avião, é comum a pessoa sentir uma forte dor no ouvido na hora da aterrissagem, devido à pressão atmosférica que aumenta com a aterrissagem do avião. O pessoal que usa um esfignomanômetro como ferramenta de trabalho já sabe que é obrigatório levá-lo anualmente ao Instituto INMETRO para aferição, segundo uma portaria governamental. Esse procedimento é chamado de calibração e não é o que conhecemos como manutenção. Por ser parte de lona e borracha, ele se estraga com o uso e se torna necessário trocar o manguito, a pera de bombeamento, a lona que envolve o antebraço onde passa a artéria radial e umeral, essa é a manutenção. Desde 1996 se tornou obrigatório apresentar nos esfignomanômetros um selo do INMETRO indicando que o aparelho está conforme e aprovado na verificação da pressão. Sem o selo nem as lojas estão autorizadas a venderem o equipamento. Você percebeu quanta preocupação por parte dos órgãos do governo com a fiscalização desse apetrecho que nem é invasivo, só é usado externamente, mas se fornecer dados errados pode pôr em risco vidas humanas e isso deve ser evitado. Agora, por que não há preocupação semelhante com tantas pessoas que estão perdendo a vida eterna, muito mais preciosa do que esta vida? Jesus disse que veio ao mundo “para que tenhais vida e a tenham em abundância” (João 10:10), de onde entendemos que a vida eterna é mais importante. Mas com qual delas você se preocupa mais?

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