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07 de outubro
Dia de prevenção de catástrofe

Mateus 24:7   “Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino e haverá fomes e terremotos em vários lugares”

É desnecessário tentar explicar para você o que é uma catástrofe natural. Elas estão tão frequentes atualmente que até uma criança sabe o que é uma catástrofe. Todos nós já ouvimos falar de catástrofes e de seus resultados que certamente ameaçam com perigo de todo tipo. Os perigos são para o homem e para o meio ambiente que vai novamente redundar sobre o homem. A palavra tem sua origem no grego, é um uso por empréstimo na nossa língua e significa “abalo, ruína” e normalmente entendida como súbita, de repente e com resultados imprevisíveis com danos materiais e físicos provocando mudanças no ambiente e na sociedade. Infelizmente, todos os dias os noticiários estão carregados de catástrofes, algumas de origem natural e muitas provocadas pelo homem. As de causa natural nós não podemos controlar, mas as provocadas pelo homem é possível diminuir. Por exemplo, em 2015 houve a avalanche de lama ocorrida pelo rompimento de uma barragem de um lago de rejeitos de minério em Mariana, Minas Gerais, que bem poderia ser evitada se houvesse por parte dos responsáveis um esforço de cuidar, vigiar, prevenir. Uma vila inteira foi varrida e muitas vidas se perderam por negligência humana. É um caso típico de omissão de responsabilidade. Houve em 2016 uma série de abalos sísmicos na região de Amatrice, na Itália, que destruiu cidades e deixou muita gente desabrigada. Como foi de causa natural, não houve como evitar. Geralmente o homem é o maior responsável pelas catástrofes devido ao desequilíbrio que cria no ambiente natural. Ainda assim, o homem insiste em não mudar suas atitudes em relação ao ambiente e não dá ouvidos às regras básicas de sustentabilidade global do planeta. Pode ocorrer fenómenos naturais como sismos, tsunamis, erupção de vulcões, furacões, enchentes, secas, ondas de frio ou de calor, quedas meteorológicas que não implicam em catástrofes. São ocorrências normais da natureza. Vai ser considerada catástrofes quando tem grande grau de severas perdas humanas e naturais e que deixa graves consequências. Um furação ou uma erupção vulcânica numa área desabitada nada significa, mas numa área populosa é um acontecimento sério. Os países menos desenvolvidos estão mais sujeitos às catástrofes porque são caracterizados pela pobreza, elevada densidade demográfica, pouca tecnologia e pouco recurso financeiro para fazer frente às catástrofes.

O profeta Amós que deve ter vivido mais ou menos lá pelos anos 790 a.C. fala de um terremoto nos dias do rei Uzias, mas ele não dá detalhes dos resultados desse terremoto. O profeta Zacarias fala do mesmo terremoto e já acrescenta um detalhe: o povo correu com medo do terremoto (Am.1:1; Zac.14:5). Na ressurreição de Jesus houve também um terremoto assinalando a vitória sobre a morte pelo filho de Deus (Mat.28:2). Mas Jesus fez questão de assinalar que nas proximidades de sua vinda haverá terremotos em vários lugares, além de fomes, guerra entre as nações. (Mat.24:7) O futuro do mundo não parece muito promissor, os acontecimentos estão se tornando muito frequentes e a população está cada vez mais assustada. Jesus disse que seria como as dores daquela que está perto do parto. Bem, as dores da parturiente são intermitentes e vão se acelerando cada vez mais até chegar a hora do parto propriamente. O aumento de catástrofes e de terremotos, especificamente, deveria sacudir a compreensão dos seres humanos. Não passa um mês sem que saibamos de algum terremoto de grande proporção nalgum lugar do mundo, isso porque tremores menores já nem assustam mais e passam sem ser noticiados. Calcula-se que vem ocorrendo no mundo mais de 500 mil tremores ao ano em todo o globo. Nossa terra está tremendo sem parar e isso dependendo de nossa visão pode ter um significado bom ou mau. Bom porque se aproxima a vinda de Jesus, como ele mesmo se antecipou ao dizer que haveria em vários lugares e um significado mau se continuamos despreocupados assumindo tudo isso como normal. Jesus em breve virá, vai sacudir mais do que um terremoto e o que estamos fazendo? Prevenindo-se ou assumindo como normal? É mais um caso para pensar.

 

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