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06/11/2017

Meditação diária de 06/11/2017 por Flávio Reti

06 de novembro
Dia da eleição do Presidente Abrahan Lincoln

Isaías 43:1   “Eis aqui o meu servo, a quem sustenho, o meu escolhido, em quem se compraz a minha alma, pus o meu espírito sobre ele e ele trará justiça às nações”

O verso que você acabou de ler não se refere a Abrahan Lincoln, mas a Jesus. Era parte da profecia de Isaías com respeito ao nascimento do Messias. Mas qual a importância de comemorar nesse dia a eleição de Lincoln lá nos Estados Unidos? É que ele entra para a história num momento delicado do país que estava dividido entre norte e sul, com respeito à escravidão. A escravidão estava se expandindo, o sul já era totalmente escravocrata e a discussão agora girava em torno da propriedade dos escravos, a posse sobre eles. Lincoln era contra a escravatura e foi eleito pela maioria do norte e pouquíssimos votos do sul.

Ele foi eleito em 1860 e no ano seguinte os Estados Unidos se viu mergulhado numa guerra interna do sul contra o norte, com o nome de guerra de secessão. Tem a ver com a palavra seccionar, cortar, porque literalmente o país foi seccionado ao meio. Os estados do sul tinham uma economia baseada na produção de algodão, às custas dos escravos. Eram chamados de Estados confederados. Os estados no norte se dedicavam mais às indústrias e eram considerados os estados da União do país. O norte defendia a abolição dos escravos, mas o sul preferia manter por causa da sua agricultura muito forte e precisava de mão de obra. E o país foi mergulhado numa guerra interna entre norte e sul e que se denominou a guerra de secessão.  Nesse conflito, mais de 600 mil pessoas morreram, mas no final os estados do norte impuseram as condições e venceram a batalha.

O que vemos nesse incidente? Vemos o mesmo povo dividido entre si mesmos. Sempre que se divide, diminui a força e sempre que se soma aumenta a força. Tio Luis Waldvogel, em um de seus livros, conta a história de um pai que resolveu dar uma lição de unidade aos seus filhos. Mandou buscar um feixe de varas, reuniu todos e disse a um deles: Tome uma vara e quebre-a. O garoto facilmente pegou a vara e quebrou. Disse, então, para o segundo. Tome uma vara e quebre-a. O segundo também pegou a vara e quebrou com facilidade. Chamou o terceiro e fez a mesma coisa. Ele também quebrou a vara no ato. Em seguida, o velho pai, pegou um feixe de varas e entregando ao primeiro disse quebre agora. Ele tentou com todas as forças e não conseguiu. O segundo, o terceiro, todos tentaram e não conseguiram quebrar o feixe de varas. Foi então que o pai, cheio de razões, disse-lhes: Esta é a lição que eu quero que vocês aprendam. Quando estamos isolados, sozinhos, somos tão fracos como uma vara, mas quando estamos juntos, unidos, somos fortes e ninguém poderá nos vencer. Vivam sempre unidos, porque a desunião enfraquece. Unidos, ninguém conseguirá vencê-los. Se porém vocês se apartarem por motivo de discórdia e egoísmo, qualquer adversidade os vencerá. Por isso eu repito: Vivam unidos entre si e com Deus!

Jesus já havia falado alguma coisa nesse sentido. “Jesus, porém, conhecendo-lhes os pensamentos, disse-lhes: Todo reino dividido contra si mesmo é devastado e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá” (Mat.12:25).

Está aí uma coisa para refletirmos e que a história de Lincoln nos faz lembrar. Nossa união com Cristo deve ser nossa meta para resistirmos todos os embates da vida com suas tentações e seus sofismas. A vida se apresenta, às vezes, muito complexa e a gente destituído da sabedoria celestial pouco ou nada podemos fazer. Precisamos dessa união com Cristo.

Havia entre os primeiros discípulos de Cristo uma gritante diversidade de interesses. Na mente de Cristo, eles deveriam logo ser ensinadores do mundo. Eles deveriam conduzir com êxito uma obra para a qual eles estavam sendo chamados, mas eles diferiam muito em características naturais, em hábitos de vida e em caráter. Para alcançar seu objetivo, Cristo procurou mantê-los sempre por perto de si, unidos a ele. Na sua oração, ele pediu ao pai que os ajudasse a ser um com eles, como ele e o pai eram um e para que o mundo conhecesse que era o plano de Deus. Se me perguntassem em que consistia a força que tinham os reformadores na Europa, diante de um clero implacável e vingativo, eu diria que era a união deles com o pai. E satanás sabe muito bem que, enquanto essa união perdurar, ele nada poderá fazer contra o mais fraco dos filhos de Deus. Hoje, ao sair para o trabalho, não o faça sozinho. Una-se a Cristo e tenha mais um dia feliz.

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