Meditação diária de 05/02/2020 por Flávio Reti – A Batedeira
05/02/2020
Meditação diária de 07/02/2020 por Flávio Reti – O Baton
07/02/2020

Meditação diária de 06/02/2020 por Flávio Reti – A bateria

06 de fevereiro

I Cron.29:12  “na tua mão há força e poder, na tua mão está o engrandecer e o dar força a tudo”

A bateria

Não, não estamos interessados naquele instrumento de percussão que todos conhecem por bateria e que os crentes detestam dentro da igreja, a bateria acústica. Estamos interessados em saber a origem da bateria de carga elétrica. Aquela que os céticos dizem que já existia no tempo de Uzá, o personagem bíblico que pôs a mão na arca e morreu fulminado (II Samuel 6:6-7). As primeiras experiências para se chegar à bateria tal como a conhecemos hoje remonta ao século XVII com um químico chamado Alessandro Volta. Nas suas tentativas de descobrir algo que gerasse energia, ele descobriu que dois metais diferentes postos em contato um com o outro eles ficam carregados eletricamente, um deles com energia negativa e o outro com energia positiva. Logo, temos aí uma diferença de potencial, isto é conhecido como tensão elétrica. Usando esse princípio ele já inventou a pilha, essa que usamos no controle remoto, e lhe deu o nome de pilha voltaica por causa do seu nome. Uma pilha nada mais é do que uma pilha realmente de discos de cobre e de zinco separados entre si por um material embebido com ácido sulfúrico para provocar a reação dos dois metais. A bateria que usamos nos carros nada mais é do que uma pilha gigante no formato quadrado e não tubular como as pilhas do controle remoto, mas o funcionamento é o mesmo: dois metais sendo atacados por um ácido gerando uma diferença de potencial elétrico. Como tudo que é liquido costuma evaporar-se, as baterias deveriam de vez em quando serem reabastecidas do eletrólito que age sobre os metais, mas isso já ficou no passado com as chamadas baterias seladas que nunca precisam da reposição e elas vão até todo o metal ser corroído e inutilizar a bateria. Que coisa curiosa, uma bateria que supostamente deveria sempre fornecer energia, acaba precisando de manutenção, do contrário ela não funciona. E se trouxermos o caso para nossa vida, se fizermos uma comparação, vamos ver que somos tal qual uma bateria. Devemos produzir trabalho quando temos energia interna nos músculos, mas se deixarmos de reabastecer o estômago com alimento energético, logo vamos enfraquecendo até ficar incapaz de produzir qualquer trabalho. Mas como disse Jesus, “nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus” (Mat.4:4), nós dependemos não só da comida fazendo o papel de eletrólito, mas do poder de Deus, algo que no caso da bateria nem se fala. Realmente, somos diferentes de baterias, precisamos de alimento físico e muito mais do alimento espiritual. Só assim “faremos proezas” (Sal.60:12), quando estivermos ligados à fonte de toda verdadeira vida e energia.

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