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06/01/2019

Meditação diária de 06/01/2019 por Flávio Reti – Joana D’arc

06 de janeiro

Salmos 125:1  “Aqueles que confiam no Senhor são como o monte Sião, que não pode ser abalado, mas permanece para sempre”

Joana D’arc

06 de janeiro de 1412 assinala o nascimento de uma mulher cognominada de “A donzela de Órleans” que recebeu o nome de Joana D’arc, uma mulher ruiva que veio a ser heroína nos capítulos da história francesa e uma santa para a Igreja Católica. Até hoje é a padroeira da França, assim como Nossa Senhora da Aparecida é para o Brasil. Apesar de ser mulher, ela foi chefe militar na Guerra dos Cem Anos (Essa guerra na realidade durou 116 anos entre a França e a Inglaterra). Ela, quando jovem, ajudava o pai no trabalho na terra e na criação de carneiros. Não aprendeu a ler nem escrever. Joana foi criada seguindo os princípios da fé católica e com 12 anos de idade afirmava que o arcanjo São Miguel, Santa Catarina e Santa Margarida apareceram numa grande luz e a ordenaram procurar o príncipe Carlos VII e libertar a cidade de Orléans, que estava em poder dos ingleses e coroar Carlos VII o soberano da França.  Com dezesseis anos viajou dez dias e dez noites e chegou ao Castelo de Chinon. Chegando ao castelo foi interrogada por bispos e cardeais e ganhou a confiança de Carlos VII. Recebeu o título de chefe de guerra e liderando a tropa, durante três dias, com violentas investidas expulsou os ingleses na cidade de Orleans. Na primavera de 1430, Joana retoma a campanha militar e tenta libertar a cidade de Compiègne, dominada pelos borgonheses, aliados dos ingleses. Na Batalha de Compiègne, perto de Paris, adversários franceses de Carlos VII, franceses pró Inglaterra, conseguiram prender e entregar Joana aos ingleses. Depois de julgada e condenada foi queimada viva em praça pública no dia 30 de maio de 1431, acusada de herege e feiticeira, por um tribunal eclesiástico. Os mesmos bispos que lhe deram crédito quando ela procurou Carlos VII a condenaram agora como feiticeira e herege. Hoje a história de Joana D’arc é contada em vários países, teatralizada nos palcos deste mundo com versões diversas da realidade. Sua curta vida sonhadora durou apenas 19 anos, apenas sua história permanece nos livros. O aspecto mais explorado nas peças teatrais é o fato dela ser mulher e entrar nas batalhas travestida de homem e quando a descobriram ela foi sacrificada viva.

Meu pensamento vai para a vida sonhadora que ela demonstrou. Independente de religião, não é bom o ser humano ser apenas sonhador, deve sonhar, mas com os pés no chão. E essa firmeza só encontramos no próprio Deus em quem podemos depositar toda nossa confiança. Sonhar faz parte da vida, afinal, qual o jovem que nunca sonhou com uma linda donzela, com um belo carro, com uma boa posição de vida, com uma família linda? Sonhar até faz bem, mas quando estamos dormindo, porque sonhar acordado não faz sentido. Sonho nunca é real, o real é levantar da cama e encarar a vida do jeito que ela vier. Para tanto temos orientações e promessas do próprio Deus, como a que encontramos em Isaías 41:10, “Não temas porque eu sou contigo, não te assombres porque eu sou teu Deus, eu te fortaleço e te ajudo e te sustento com a destra da minha justiça”.

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