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Meditação diária de 05/07/2017 por Flávio Reti

05 de julho

Dia da Independência da Venezuela

Lucas 2:13    “Então, de repente, apareceu junto ao anjo grande multidão da milícia celestial, louvando a Deus”

O nome Venezuela se deve ao fato dos colonizadores espanhóis chegarem e virem os índios construindo suas casas sobre estacas, as palafitas, semelhante ao costume de Veneza, na Itália. Daí o nome Venezuela que significa pequena Veneza.

Sua independência foi declarada em 5 de julho de 1811 e teve como herói titular o famoso Simón Bolívar. Para alcançar a independência, foi feita uma união da Venezuela, Equador e Panamá, a fim de fazer frente aos dominadores espanhóis. Essa frente unida tornou possível a libertação das garras da Espanha. Depois os três países se dividiram cada um com sua autonomia. O primeiro presidente da Venezuela governou durante 52 anos. Hugo Rafael Chaves Frias, conhecido por camarada Chaves, foi o 53º presidente. Entre os países que infligem perseguição aos cristãos está a Venezuela. A perseguição não de encarcerar e matar, mas pelo mecanismo da opressão comunista. As igrejas, na Venezuela, têm sido afetadas pela situação política complexa e a situação prejudica especialmente os cristãos. Em 2016 o governo venezuelano lançou uma nova versão da oração do Pai Nosso, durante um estudo com os membros do partido oficial, uma versão chavista do Pai Nosso, que começa com as palavras “Chaves nosso que estais no céu” (Chaves nuestro que estás em los cielos), numa tentativa de pedir ajuda ao falecido Hugo Chaves. A Conferência Episcopal assinalou que se trata de uma paráfrase tão ofensiva que demonstra falta de criatividade para fazer uma oração, um abuso, uma manifestação de mediocridade de um governo. Parece-nos que não há muito o que comemorar no dia da Independência da Venezuela. Pregar o evangelho puro está cada vez mais difícil mesmo nos países pacíficos da América do Sul. Toda a América espanhola, desde o início, teve sua religião predominante historicamente o catolicismo como a religião mais importante, todavia, a constituição escrita consagra no seu contexto a liberdade de culto. Dentro da Venezuela há igrejas protestantes, há judeus e há muçulmanos e índígenas praticando suas religiões ancestrais.

A igreja adventista também está presente na Venezuela que começou com uma escola (Colseven= Colegio Secundário Adventista de Venezuela) de 62 alunos e 6 professores. Com apoio do grupo Maranata Internacional, em 1998 a escola recebeu aporte financeiro e aprovação das entidades governamentais para se tornar na IUNAV (Institución Universitaria de la iglesia Adventista de Venezuela). Foi um grande passo mais além para nossa igreja, uma das menores do país, com apenas 88 igrejas em Caracas, perto de São Paulo com mais de 400. Graças a Deus pelo que já tem sido feito no sentido de prover aos nossos jovens venezuelanos recursos para a educação religiosa e intelectual. Muitos têm sido instruídos para desempenhar uma parte nos vários ramos da obra, não somente na América do Sul mas em outros campos estrangeiros. Foi em 1908 que a Igreja Adventista sentiu que estava presente no território Venezuelano através de dois irmãos (Lane e Greenidge) e de lá pra cá a pregação vem trilhando o caminho certo do crescimento. Em 2016 nossa igreja completou 108 anos na Venezuela.

Nossa obra ainda é incipiente por lá, vamos orar para que “o Senhor da Seara mande obreiros para sua seara”. Em 2016 a Venezuela viveu dias turbulentos com a presidência de Nicolas Maduro, sucessor de Chaves, mas Deus pode tirar frutos mesmo do caos. Sempre foi durante as épocas mais difíceis que a igreja mais cresceu, não será diferente agora. Vamos orar pela obra na Venezuela. A igreja na Venezuela precisa daquela milícia de anjos descrita no verso introdutório. Almas precisam ser salvas e o governo bolivariano vem criando empecilhos e com isso a igreja sofre por lá. Mas podemos confiar que de uma maneira ou de outra “esse evangelho do reino será pregado a todas as gentes e só então virá o fim” (Mat.24:14).

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