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04/02/2019
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06/02/2019

Meditação diária de 05/02/2019 por Flávio Reti – Michael Gerard Tyson

05 de fevereiro

Eclesiastes 12:8  “Vaidade de vaidades, diz o pregador, tudo é vaidade”

Michael Gerard Tyson

Quem nunca ouviu esse nome nos meios de comunicação, o grande pugilista boxeador norte americano apelidado de Mike? Quem não se lembra do incidente de Mike Tyson mordendo a orelha do seu oponente, Evander Holyfielder, alegando que Holyfielder havia dado várias cabeçadas nele? O dia 5 de fevereiro não é o dia de nascimento de Tyson, mas o dia em ele foi condenado pela primeira vez, em 1999, por ter agredido duas mulheres em agosto do ano anterior. Imagine um boxeador agredindo duas mulheres! Mike, aos 12 anos, já pesava mais de 80 quilos e já era um lutador que aos 20 anos chegou a campeão mundial na sua categoria, peso pesado, mas aos 30 anos começou a derrocada com Tyson perdendo lutas e chegando ao fim de uma carreira “brilhante” aos olhos dos amantes desse esporte.  Em 1996, Tyson desafiou seu oponente Holyfielder e perdeu a luta, mas pediu revanche, o que os jornais anunciaram como a luta do século. Quase no final da luta que seguia empatada, Tyson deu uma mordida na orelha de Holyfielder e o combate foi interrompido pelos juízes que deram uma repreensão em Tyson. Reatada a luta, Tyson voltou a morder a orelha do adversário e acabou desclassificado e banido do esporte por um ano. Depois disso, depois de cumprida a pena, além do curso legal da agressão nos tribunais civis, Mike voltou a lutar, mas sem sucesso. Dali para frente sua carreira entrou numa desabalada descida para o fim. Ele chegou a se declarar vegetariano, mas ficou longe da sua melhor forma. Para acrescentar à sua trajetória descendente, sua irmã mais velha morreu de ataque cardíaco com 20 anos de idade, em 1999. Em 2009, dez anos depois disso, sua filha de 4 anos, Exodus Tyson, sofreu um acidente fatal. Por razões inexplicadas, havia uma corda pendurada na esteira elétrica onde ela brincava na casa da família e a esteira se ligou enroscando a corda no pescoço da menina que foi levada ao hospital, mas não resistiu e morreu pelo enforcamento, logo após os atendimentos médicos normais.

Como se pode deduzir, quando a vida entra em declínio, fica difícil corrigir o curso da vida. O temperamento agitado, nervoso e imprevisível de Tyson ditaram seu modelo de vida e quando entrou em decadência não tinha mais o que fazer. Já vinha de uma família jamaicana destroçada, abandonado pelo pai, a mãe casada com outro devasso e enfrentando revezes muitas vezes, a fama de nada lhe serviu. Numa entrevista para a revista DETAILS, ele disse o seguinte: “A primeira fase da minha vida foi um monte de egoísmo. Agora estou com 44 anos e percebo que toda minha vida é um lixo. “Maior homem do planeta”? Eu não era nem metade do homem que pensava ser.  Estava drogado, pensando que eu era um deus”. Essa é a lição para nós, achar que somos tanto quando nada somos. Talvez a vida de Tyson sirva para nos despertar a uma vida mais significativa, mais útil, com interesses mais elevados e, para elevar os interesses da vida só mesmo com Jesus no coração e a orientação da palavra de Deus, porque o que resta é ilusório. Jesus na vida faz a diferença, pode apostar!

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