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Meditação diária de 04/07/2017 por Flávio Reti

04 de julho

Dia da Independência dos Estados Unidos

João 8:38   “Se, pois, o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”

O Brasil foi descoberto em 1500 e a América em 1492, oito anos de diferença. O Brasil foi libertado de Portugal em 1822 e os estados Unidos foi libertado da Inglaterra em 4 de julho de 1776, quarenta e seis anos antes. Resumindo, O Brasil foi colônia de Portugal 322 anos e os Estados Unidos foi colônia da Inglaterra 284 anos.

As treze famílias que fugiram da Europa para o novo mundo, A América, formaram as treze colônias que eram controladas pela Inglaterra. Os Ingleses exploravam essas colônias para arrancar recursos dos minérios e vegetais, especialmente o chá, que não existiam na Inglaterra. Taxas e impostos sobre as colônias eram muito grandes, uma maneira de sufocar e mantê-los subalternos. A história é longa, mas por fim, em 4 de Julho de 1776, foi emitida a famosa Declaração de Independência Americana tendo como principal protagonista Thomas Jefferson.

Veja, houve uma luta sangrenta há por trás dessa independência. Conta-se as vitórias, mas os mortos e a destruição ficam nas entrelinhas. E levando a sério, nenhum país é de fato totalmente livre, porque sempre depende de algum modo de outros. Por exemplo, os estados Unidos não produzem frutas tropicais que no Brasil são abundantes (manga, abacate, cupuaçu, graviola) porque o inverno rigoroso mata essas plantas. Até chuchu que aqui dá em qualquer cerca, lá é vendido no papelzinho como se fosse uma maçã. Exemplo infantil, mas serve para mostrar que nenhum país é totalmente livre, economicamente, culturalmente, militarmente, em algum item ele ainda depende, é escravo.

Mas quando falamos em termos de liberdade de consciência, liberdade da culpa, liberdade do grande acusador, satanás, então recorremos a Cristo e dele temos a declaração mais favorável possível: “Se o filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres”. É o verso acima, no início.

Não existe escravidão maior do que a escravidão do pecado. Quando Cristo entra na vida, o diabo sai de cena de qualquer jeito e a liberdade toma conta do ser. O mais sagrado direito do homem é o direito à liberdade em todas as suas formas, do pecado primeiramente, depois de consciência, de expressão e de decisão. O cenário religioso hoje é visto pelos crentes sinceros com muita preocupação. O poder romano vem crescendo no mundo, influenciando a política e os políticos. O romanismo de hoje, embora com a bíblia na mão, não se acha em harmonia com o evangelho de Cristo mais do que em qualquer época de sua história. As igrejas protestantes estão em grandes trevas, do contrário discerniriam os sinais dos tempos. “Eis que as trevas cobrirão a terra e a escuridão os povos…” (Is.60:2). “No movimento ora em ação nos Estados Unidos, a fim de conseguir para as instituições e usos da igreja o apoio do estado, os protestantes estão seguindo as pegadas dos romanistas. Na verdade, mais do que isto, estão abrindo as portas para o papado a fim de adquirir na América protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo” (Grande Conflito, ed. bolso, p.570). O mundo inteiro ainda é cativo de satanás e do império da religião dominante. Os chamados Jesuítas estão infiltrados em todas as esferas dos governos. Na suprema corte americana temos jesuítas infiltrados. A palavra de Deus deu o aviso do perigo iminente e, se este for desatendido, o mundo evangélico saberá quais são realmente os propósitos de Roma. Nos dias de Nero, ninguém ousava pôr em dúvida sua autoridade nem lhe resistir a vontade. Reis do mundo inteiro depunham a coroa aos seus pés. Poderosos exércitos marchavam sob seu comando e seus navios portavam as insígnias de vitórias. Sua estátua era erguida nas salas de tribunais e tudo que os senadores e juízes decretavam era apenas o eco da sua voz. O nome de Nero fazia o mundo tremer e milhões se curvavam em submissão às suas ordens. Se caísse em seu desagrado podia dar por certo a perda da liberdade, da propriedade e da vida. Sua carranca atemorizava mais que uma peste. Mas os apóstolos não lhe davam atenção, pregavam abertamente de um outro reino, o reino de Deus, e Nero ficava em segundo plano para eles. Eles se sentiam livres para pregar e mesmo presos, cantavam nas celas e convertiam até o carcereiro. O senso de liberdade dá coragem de enfrentar tudo que vier pela frente. “Se Cristo vos libertar, verdadeiramente sereis livres”.

 

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