Meditação diária de 03/09/2020 por Flávio Reti – Power bank
03/09/2020
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04/09/2020

Meditação diária de 04/09/2020 por Flávio Reti – Prego

04 de setembro

Lucas 23:33  “Quando chegaram ao lugar chamado caveira, ali o crucificaram”

Prego

Quando falamos em prego, logo idealizamos aquela pecinha de metal, uma forma de haste, com uma ponta afilada e afiada e a outra ponta achatada que nós chamamos de cabela do prego, mas o prego já foi feito de madeira. Segundo os historiadores, ele foi inventado há 5.000 anos pelos antigos habitantes da Mesopotâmia e de madeira porque ainda não se dominavam a siderurgia para fazê-lo de metal, ferro talvez. Atualmente os pregos são todos de metal, cobre, latão, alumínio e aço e podem sofrer a ação do tempo como oxidação, na linguagem popular, enferrujar. O prego enferrujado, geralmente encontrado em entulhos e restos de construção, é muito temido pela população pela propaganda negativa contra ele de que se furar o pé com um prego enferrujado pode apanhar tétano. E realmente, um prego enferrujado pode abrigar os micro-organismos do tétano, mas já existem vacinas antitetânicas para evitar a doença. E para evitar que isso aconteça, aconselha-se sempre andar calçado e evitar os locais onde se despejam entulhos e restos de construção. Os pregos sempre serão lembrados por causa da morte de Jesus na cruz. “E chegando ao lugar da execução, os condenados foram ligados ao instrumento da tortura. Enquanto os dois ladrões lutaram às mãos dos que os puseram na cruz, Jesus não opôs resistência alguma. A mãe de Jesus olhava em agônica ansiedade, esperando que Ele operasse um milagre para salvar-Se. Viu Suas mãos estendidas sobre a cruz – aquelas bondosas mãos que sempre tinham dispensado bênçãos, se estendido muitas vezes para curar os sofredores. Agora foram trazidos o martelo e os pregos, e ao serem estes cravados através da carne tenra e fixados na cruz, os quebrantados discípulos levaram da cena cruel o corpo desfalecido da mãe de Jesus. Jesus não murmurou uma queixa; Seu rosto permaneceu calmo e sereno, mas grandes gotas de suor estavam em Sua fronte. Mão piedosa alguma houve para enxugar o suor da morte de Sua face, e nem palavras de simpatia e inabalável fidelidade para confortar Seu coração humano. Ele estava pisando sozinho o lagar; de todas as pessoas, ali não havia uma com Ele. Enquanto os soldados executavam a terrível obra, e Ele sofria a mais aguda agonia, Jesus orava pelos Seus inimigos” (Desejado de todas as Nações, p.744). Os pregos que cravaram as mãos e pés de Jesus estão cravados também nas páginas da história de modo que o mundo jamais se esquecerá. Por isso o hino (211 do Hinário Adventista) traz as palavras: “Rude cruz se erigiu, dela o dia fugiu, em sinal de vergonha e de dor. Mas eu amo essa cruz, sobre a qual meu Jesus, deu a vida, por mim, pecador”. Aqueles pregos que prenderam as mãos e os pés de Jesus naquela rude cruz, ainda hoje doem no coração de qualquer um que ouve a sua história para salvar o homem.

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