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Meditação diária de 04/04/2020 por Flávio Reti – Colheitadeira

04 de abril

Atos 13:27  “O povo de Jerusalém e seus governantes não reconheceram Jesus, mas, ao condená-lo, cumpriram as palavras dos profetas…” (NVI)

Colheitadeira

Lá pelos anos 1800 o mundo passava pela chamada época das grandes invenções. Na verdade não eram grandes invenções, eram invenções até banais como plantadeiras, colhedeiras, máquina de costura, coisas que hoje ninguém fala que foi invenção e um americano de nome Obed Hussey, em 1833 inventou e patenteou uma máquina rudimentar para colher o milho e o trigo. Com o tempo, outras máquinas foram sendo agregadas para colher café, cana de açúcar, algodão, soja e hoje tudo se colhe com máquinas, até laranja. O invento de Obed era puxado por cavalos e era realmente uma novidade, por isso ganhou notoriedade. Depois da tração animal, as máquinas passaram a ser movidas a vapor e só muito depois com motores de combustão interna a gasolina. Mas hoje toda e qualquer máquina é motorizada, puxada com tratores, a própria colheitadeira é motorizada e tem cabine fechada com ar condicionado. Atualmente, com o plantio em grande áreas não se concebe uma colheita manual, mesmo com tração animal, porque quando o grão está pronto para colher não pode esperar e, se vier uma chuva, perde-se toda a lavoura e o prejuízo é grande para o agricultor, em dois ou três dias a colheita deve estar encerrada e isso só mesmo com máquinas colhedeiras modernas. Pra isso existem grandes indústrias fabricantes de máquinas agrícolas, não só colhedeiras, mas plantadeiras também, tais como John Deere, Massey Ferguson, Case e outras gigantes mundialmente conhecidas. Colheita é uma fase importante para todo agricultor e desde os tempos de Israel, no Antigo Testamento, que eles celebravam a colheita com uma festa e lá faziam uma cerimônia de apresentar ao Senhor um feixe de trigo e denominavam de oferta movida perante o Senhor. Hoje, colhendo com máquinas, perdeu-se essa tradição de oferecer ao Senhor os primeiros feixes de grão como oferta de gratidão, porque a máquina é fria, não agradece nem tem qualquer sentimento pelo Criador e doador das colheitas. Mas o homem sim, este é consciente e deveria ser grato a Deus, deveria proceder com atitudes de reconhecimento da dádiva de cada ano nas colheitas fartas. Mas a tendência natural do homem é assumir como lógico o plantar e depois colher e se esquece de que o crescimento, as condições atmosféricas é o Senhor quem controla. É ele quem dá o sol e a chuva para o crescimento do grão que vai ser depois a satisfação de quem plantou. Agradecer é uma atitude de reconhecimento, mas nem todo mundo sabe reconhecer e agradecer. Não só agradecer pela colheita, há tantas bênçãos que temos das mãos de nosso Criador que não sabemos enumerar. A vida não se sustenta sem a atividade de Deus em nosso favor, logo precisamos aprender a ser gratos, nem precisa perguntar pelo que?

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