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03/02/2020
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04/02/2020

Meditação diária de 04/02/2020 por Flávio Reti – O Barômetro

04 de fevereiro

Salmos 48:1  “Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado…”

O Barômetro

Barômetro não é novidade, quase todo mundo sabe o que é e pra que serve. Mas é uma ferramenta muito útil para medir a pressão atmosférica, quer dizer, usado para medir o peso do ar na atmosfera dependendo do local onde se está, se ao nível do mar ou se no pico de uma montanha. Não se concebe uma estação meteorológica sem um barômetro. Certa vez Galileo Galilei recebeu uma carta de um amigo de nome Giovan Batista Bialiani, isso lá em 1630, que colocava o seguinte problema para Galileo resolver: Ele havia inventado um sistema de bombeamento de água que não funcionava devido à altura de elevação da água. Era uma ladeira de 21 metros de altura e a bomba usada só puxava água até 11 metros. Galileo quebrou a cabeça por um pouco e depois compartilhou suas explicações com um tal Evangelista Torricelli que também era um físico e este continuou as experiências de Galileo. Apareceu outro camarada na história, de nome Vincenzo Viviani, que juntos conseguiram provar que o ar tem peso e que a água da bomba do amigo não subia a ladeira devido à pressão atmosférica. Parece bobagem, mas um avião não subiria se não fosse a descoberta de que o ar tem peso capaz de sustentar o avião no ar, mesmo pesando toneladas. Não parece absurdo, pra nós que nos movimentamos sem perceber, afirmar que o ar tem peso? E agora me diga, como o amigo Torricelli chegou à essa conclusão, quando ninguém teve esse insight antes dele?  Se está difícil entender que o ar tem peso, tente entender como os mundos, gigantescos e descomunais como são, se mantêm no espaço sideral de tal maneira que estando todos girando indefinidamente nas suas órbitas, eles não se atrasam e não se adiantam e desde que Deus os criou lá estão incólumes até hoje. Faça a observação e a pergunta de Isaías: “Levantai ao alto os vossos olhos e vede: Quem criou estas coisas?” (Isaías 40:26). É contemplando as maravilhas da criação, coisas muito além da nossa pobre imaginação, complicadas demais para entendermos, que o homem natural e normal se sente um verme, um nada. Estamos muito aquém da inteligência divina, e quando tentamos alguma coisa não passa de atrevimento de nossa parte. O salmista tinha uma outra maneira de ver a nossa condição de homens falhos ao dizer “Quando contemplo os teus céus, obras dos teu dedos, a lua e as estrelas que estabelecestes, que é o homem para que te lembres dele? E o filho do homem para que o visites? No entanto, pouco abaixo de Deus o fizeste, de glória e de honra o coroaste” (Sal.8:3-5). Realmente, grande é o Senhor e infinitesimal é o homem. Por isso, quando você se sentir alterado, um tanto orgulhoso, pare e repense seus conceitos. Você não passa de um homem e Deus é o que é e que você não entende.

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