Meditação diária de 03/02/2019 por Flávio Reti – Luiz Roberto Gambine Moreira
03/02/2019
Meditação diária de 05/02/2019 por Flávio Reti – Michael Gerard Tyson
05/02/2019

Meditação diária de 04/02/2019 por Flávio Reti – Alfred Bernhard Nobel

04 de fevereiro

João 14:27  “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou”

Alfred Bernhard Nobel

Sua história começa em Estokolmo, na Suécia, em 1833. Era filho de uma família relativamente rica cujo pai era engenheiro civil e inventor. Viviam muito bem em Estokolmo até que a empresa onde o pai, Immanuel Nobel, trabalhava foi à falência e eles se viram obrigados a migrar para outros lugares e outras ocupações. Inicialmente a família foi para a Finlândia onde a mãe Andrietta abriu uma pequena mercearia e o pai foi se aventurar em São Petersburgo, na Rússia. O pequeno Alfred nessa época contava apenas com quatro anos de vida. Aconteceu que o pai se deu bem numa fábrica de equipamentos para o exército russo e em seguida levou toda a família para São Petersburgo. Foi lá que o garoto Alfred iniciou seus estudos e desde cedo demonstrou facilidade e gosto pela literatura e pela química. Seu pai, percebendo a grande capacidade do menino, o enviou para estudar fora da Rússia e saiu à procura de um país que fosse melhor para ele. Visitou a França, a Alemanha, os Estados Unidos. Mas foi em Paris que o jovem Alfred conheceu um químico da Itália, de nome Ascânio Sobrero, que vinha fazendo experiências com a nitroglicerina, material altamente explosivo. Albert se interessou porque ele tinha potencial para a engenharia civil e viu na nitroglicerina algo bom para a engenharia de construção de barragens, diques, túneis e canais, e tudo que empregasse pedras na sua construção. Depois ele voltou de Paris e foi trabalhar na própria empresa de seu pai, no exército russo, junto com seu pai e seus irmãos. Em 1863, agora com trinta anos de idade, ele voltou à Suécia tentando desenvolver o uso da nitroglicerina como explosivo. Infelizmente, numa de suas experiências com as explosões seu irmão Emil foi atingido e morreu. Foi daí que ele pensou em agregar alguns compostos à nitroglicerina tornando-a uma pasta manipulável o que veio resultar na dinamite. Depois que a dinamite se tornou conhecida em todo mundo, Alfred se voltou para o desenvolvimento da borracha sintética. Alfred morreu de hemorragia cerebral, mas uma amiga conhecedora de seus ideais contribuiu para a criação de uma fundação, com seu nome, que promovesse o bem estar da humanidade. No seu testamento estava a indicação de premiação para pessoas que efetivamente tivessem contribuído para o bem da humanidade e por isso a Fundação Nobel, até hoje, todos os anos, premia cinco personalidades com prêmios distintos em Química, Medicina, Física, Literatura e Paz mundial. Uma comissão do parlamento norueguês se encarrega dessa premiação que consiste de uma medalha de ouro e um diploma Nobel fornecido pela Real Academia de Ciências da Suécia.

Esse foi o legado de Alfred Bernhard Nobel para a humanidade. E qual será o seu legado? Vai deixar sua vida passar em branco sem qualquer contribuição para o mundo? Será muito triste se um dia, lá pelo final da sua vida, você olhar para trás e ver que nada de bom deixou para a humanidade, que sua vida foi uma vida vazia de criação, de descobrimento, de utilidade. Muita gente está passando por este mundo sem nada de bom deixar como legado e isso é muito triste. Como filhos de Deus cumpre-nos ser úteis a Deus e aos nossos irmãos quase obrigatoriamente.

Os comentários estão encerrados.