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Meditação diária de 04/01/2019 por Flávio Reti – Isaac Newton

04 de janeiro

II Pedro 3:18  “Antes crescei na graça e no conhecimento de Nosso Senhor Salvador Jesus Cristo”

Isaac Newton

Nessa data nascia, em 1.643, na Grã Bretanha, o genial físico Isaac Newton. O mundo o considera como o pai da mecânica Clássica e muito conhecido por três leis da mecânica de sua autoria. Se isso fosse pouco, ele é o descobridor dos fenômenos da ótica, o construtor do telescópio newtoniano e o descobridor de que a luz branca é o conjunto de todas as cores e que em contra partida a cor negra não é cor, é a ausência de luz. Acrescente aí que ele foi um filósofo natural com sua obra Princípios Matemáticos da Filosofia Natural, e foi também teólogo, mas ficou reconhecido no mundo como físico e matemático. Ele descobriu a lei da gravitação universal, publicou diversos trabalhos sobre mecânica, astronomia, física, matemática e até química e escritos de teologia. Seu nascimento se deu numa pequena vila denominada Woolsthorpe. Nasceu prematuro e logo ficou órfão de pai e criado pela sua avó. Ele ainda era criança quando inventou um moinho de vento que realmente funcionava e inventou um quadrante solar que marcava as horas melhor do que os relógios de sol e que ainda hoje está na Sociedade Real de Londres. Aos dezoito anos já estava matriculado na Universidade de Cambridge. Aconteceu que a universidade ficou fechada dezoito meses devido a uma epidemia de peste bubônica que grassou pela Inglaterra e matou 10% da população Inglesa. Nesse espaço de tempo Newton foi obrigado a voltar para casa e foi nesse período que ele fez suas maiores descobertas e invenções essenciais à ciência atualmente. Desenvolveu as leis básicas do movimento, estudou os corpos celestes, descobriu a lei fundamental da gravidade, inventou os métodos de cálculo diferencial e integral e estabeleceu os alicerces de suas grandes descobertas ópticas. Em 1667, voltou para a universidade e tornou-se professor de Matemática, sucedendo o professor Isaac Barrow, seu mestre por excelência. Como veem, quando tudo parecia obscuro e sem definição, foi exatamente aí que Newton mais produziu. Que exemplo bom para nós cristãos! Quando tudo parecer confuso, escuro, sem saída, é o momento do cristão crescer mais ainda na sua experiência de vida. Nós temos motivos para isso. Aliás, a vida cristã não tem limites, é um crescendo desde que aceitamos o evangelho de Jesus. Paulo compara os novos crentes como bebês, recém nascidos que se alimentam exclusivamente de leite, ao passo que os mais maduros já podem se alimentar de alimentos mais sólidos (Heb.5:14). Deve haver alguma sabedoria em nós para sabermos quando é hora de crescer espiritualmente e a hora parece ser sempre que as circunstâncias se mostram desanimadoras, sem saídas. A biografia de Isaac Newton nos permitiu ver que quando a peste bubônica grassou na Europa e ele se obrigou a ficar em casa, foi exatamente aí que ele fez seus maiores progressos intelectuais nas áreas de seu interesse. Como nosso interesse está em coisas do céu, nas horas de dificuldades é que devemos crescer ainda mais. As dificuldades servem de incentivo para quem visa o lar eterno, o céu, a eternidade. Não é o céu físico o limite, mas a eternidade é o limite do nosso crescimento.

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