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03/07/2019

Meditação diária de 03/07/2019 por Flávio Reti – Antônio Carlos de Santana Bernardes Gomes

03 de julho

Lucas 21:33  “Passarão o céu e a terra, porém, minhas palavras jamais passarão”

Antônio Carlos de Santana Bernardes Gomes

Ele foi mais conhecido como Mussum, grande comediante, humorista e ator brasileiro. Alguns o classificam como cantor, músico e compositor também, mas o que se viu foi ele atuando no grupo humorístico dos Trapalhões, programa que a Rede Globo manteve no ar durante muitos tempo e muito conhecido em todo o Brasil. Embora nascido de uma empregada doméstica, ele se dedicou aos estudos. Em 1957 ele terminou o curso de ajustador mecânico e por ser indicado como bom aluno foi admitido como aprendiz de uma oficina do Rio de Janeiro. Ele teve também o prazer de servir durante oito anos na Força Aérea Brasileira. Como artista, ele iniciou tocando reco-reco em um grupo de sambista denominado Os Modernos do Samba. Dizem que seu apelido de Mussum se deve a um peixe liso e escorregadio chamado Muçum, porque nosso Mussum era tal qual o peixe esperto, ligeiro e “liso” e que sabia se safar de situações difíceis com facilidade. Em 1973, convencido por Mafried Santanna (o Dedé Santana), ele aceitou participar formando o grupo dos trapalhões, ainda sem o Zacarias que foi adicionado mais tarde. Aconteceu que foram bem aceitos e a fama seguiu rapidamente no país inteiro. Sem deixar os trapalhões, Mussum continuava participando da Escola de Samba ESTAÇÃO PRIMEIRA DA MANGUEIRA, de preferência na Ala das baianas porque ele era o diretor de harmonia e com isso ele ganhou outro apelido: Mumu da Mangueira. No campo Social, Mussum ajudava nas campanhas a favor dos deficientes visuais com o objetivo de incentivar a doação de córneas para transplante, também promoveu a ajuda aos desabrigados no Nordeste com a campanha SOS Nordeste, esteve promovendo o Criança Esperança, show da Rede Globo. Na realidade ele não era apenas aquilo que nós, telespectadores, víamos na telinha do lado de cá. Ele gostava de inventar neologismos acrescentando “is, évis, zis” nas palavras ficando forevis, cacildis, coraçãozis, negão é o seu passadis, eu quero morrer pretis”” e sempre se referindo ao “mé” para dizer cachaça. E na verdade ele tinha realmente o vício de usar cachaça por demais. Ele punha apelido nos seus colegas de show, como cardeal, jabá se referindo ao Didi, mineirinho se referindo ao Zacarias, mas também recebia apelidos dos demais membros do grupo, tais como maisena, fumaça, cabo Fumaça, azulão, grande pássaro, e isso passava a imagem de grande amizade entre eles. Mas, em Julho de 1994, faleceu Mussum ainda jovem, com apenas 53 anos. E é exatamente nisso que devemos pensar, porque a morte não escolhe, ela leva a todos, mais cedo ou mais tarde, e o que fica depois de irmos? Fica o nosso legado, bom ou mau. Se eu vivi para fazer a vontade de Deus, fica um legado de bondade, de ajuda, de compreensão, de favoritismo aos necessitados, mas se eu vivi para satisfazer meu ego, meu orgulho, deve ficar atrás de mim um rastro de humilhação. Quando Jesus regressar, ele não vai perguntar quem foi você, mas o que você fez com as oportunidades que você teve ao longo da sua vida. Logo, é imprescindível que tomemos consciência da vida, porque “o tempo passa e nós voamos” (Salmo 90:10).

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