Meditação diária de 02/06/2020 por Flávio Reti – Fotografia
02/06/2020
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03/06/2020

Meditação diária de 03/06/2020 por Flávio Reti – Freio

03 de junho  

Tiago 5:9  “Não vos queixeis, irmãos, uns dos outros, para que não sejais julgados; eis que o juiz está à porta”

Freio

Nem podemos falar freio, devemos falar freios, porque são muitos tipos de freios e diversas aplicações. Podemos nos referir aos tipos de freios para carros e caminhões como freio ABS, freio a disco, freio a tambor, podemos nos referir a freio para bicicleta e até para carrinho de rolimã cujo freio é o calcanhar do moleque que dirige o carrinho na descida. Temos, todos temos, uma prega na língua, uma espécie de membrana que restringe o alcance da língua que é chamada de freio lingual. Existe também um dispositivo colocado na boca dos canhões, chamado de freio de boca, que serve para direcionar para trás a fumaça produzida na hora dos tiros. Então, a palavra freio tem muitas conotações, mas minha atenção foi para o freio usado na boca dos cavalos quando queremos montar ou atrelar o cavalo à carroça e para que ele nos obedeça. O freio dos cavalos é alguma coisa de ferro em formato da letra U que ao puxar as rédeas ele se levanta dentro da boca do cavalo e este entende qual é a vontade do condutor, parar ou virar para algum lado. Até se conta uma história de um carroceiro que vinha descendo a rua, cujo final era em uma ribanceira, e de repente o cavalo, por alguma razão desconhecida, se espantou e começou a descer a rua em desabalado galope que certamente iria acabar em desastre no final da rua matando cavalo, carroceiro e moendo a carroça. Foi quando um senhor que passava pela mesma rua viu o que iria acontecer e saltando na frente, com risco de vida, a custo conseguiu conter o cavalo e evitar o desastre certo. Conversando depois, o carroceiro descobriu que aquele homem era o juiz da comarca. Os anos passaram e aquele carroceiro, por um crime passional, foi levado à coorte. Ao receber a sentença ele reconheceu no juiz aquele homem que há tempos atrás havia segurado as rédeas do seu cavalo e evitado o acidente. Então, ele disse ao juiz: Meritíssimo, não há como me livrar da cadeia como fez quando segurou o cavalo naquele dia? E o juiz lhe respondeu: “Meu amigo, aquele dia eu fui o teu salvador, hoje eu sou o teu juiz”. Essa história é contada para ilustrar o papel que Jesus desempenha, porque quando aqui esteve ele foi o nosso salvador, mas virá o dia que ele vai se apresentar como o nosso juiz. Portanto, é hoje que precisamos aprender a refrear nossas ações para não cair um dia nas mãos do rei de todo o universo de cuja sentença não haverá recursos escapatórios.

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