Meditação diária de 02/03/2019 por Flávio Reti – Nelson Rolihlahia Mandela
02/03/2019
Meditação diária de 04/03/2019 por Flávio Reti – Cristóvão Colombo
04/03/2019

Meditação diária de 03/03/2019 por Flávio Reti – Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg

03 de março

Provérbios 6:6  “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, considera os seus caminhos e sê sábio”

Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg

Eu não sei dizer com que tipo de letras Deus escreveu nas tábuas de pedra que deu a Moisés com os dez mandamentos, mas eu sei que antes de Moisés os Sumérios já escreviam tabletes com escrita cuneiforme. No passado cada povo tinha seu próprio método de escrita, não muito diferente do que é hoje, por exemplo, os chineses usam ainda ideogramas, os árabes têm os seu método peculiar de escrita, os americanos e europeus usam as letras latinas, os indianos também têm o seu tipo de escrita, mas quem primeiro teve a ideia de escrever com tipos móveis de maneira a facilitar a escrita em livros, foi ele, nosso herói Johannes Gutenberg, na Alemanha. Na verdade ele popularizou a escrita e obviamente a leitura. Muitas línguas desapareceram no tempo porque o povo comum não sabia ler e menos ainda escrever. A escrita era restrita aos palácios, com a elite da sociedade e muitas vezes com alguns escribas apenas. Gutemberg desenvolveu um sistema que revolucionou a imprensa. Enquanto os chineses e judeus escreviam à mão em pergaminhos ou em couro de cabra, Gutenberg imprimia com tipos móveis em papel, e embora fosse num prelo rústico de madeira, ele revolucionou a forma de imprimir. De qualquer jeito, seu invento é considerado o mais importante da humanidade. Foi a partir de Gutenberg que a difusão de livros economicamente produzidos se popularizou no mundo. Hoje, com o avanço da tecnologia da computação já não se imprime nos moldes de Gutenberg, mas ele marcou época inventando a imprensa que se espalhou pela Europa, a partir da Alemanha, e em pouco tempo pelo mundo todo. Sua obra mais comentada foi a impressão da bíblia tornando-a disponível a toda população com preço razoável. Na Biblioteca Nacional de Paris e na New York Public Library ainda se pode ver exemplares de suas bíblias produzidas em 1450. Ele imprimiu também o que ele chamou de Saltério, que era um livro contendo os 150 salmos da bíblia.

Pensa no prazer que o homem sente ao olhar para trás e ver que sua vida não foi em vão, que deixou alguma coisa de bom para a humanidade. Mas pensa também que tristeza deve sentir o homem que olha para trás e vê que sua vida foi um fracasso, que nada de bom deixou para a humanidade, que sua vida não será lembrada e será como se nunca tivesse vivido. Hoje temos a oportunidade de ser bons, de fazer algo em favor dos demais cidadãos, nossos contemporâneos, e temos também a oportunidade de ter nosso nome lembrado pelos que vierem depois de nós. Pense comigo: Eu não posso viver em vão, eu devo, de alguma maneira, ser útil neste mundo, eu não posso ser mais um na multidão. Os acostamentos dos caminhos da vida estão cheios de pessoas inúteis que vão passar pela vida sem nada deixarem de bom para a humanidade e eu não posso ser mais um, logo, vamos “fazer sempre o bem sem olhar a quem” e deixar nosso nome impresso nas placas que orientam o caminho dos que virão atrás de nós.

Os comentários estão encerrados.