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03 de fevereiro

Gálatas 6:7  “Não vos enganeis, Deus não se deixa escarnecer, pois tudo que o homem semear, isso também ceifará”

Luiz Roberto Gambine Moreira

De uma família carioca de classe média nasceu três filhos homens onde o mais novo deles recebeu o nome de Luiz Roberto. Ainda na adolescência e garoto, Roberto se descobriu com um problema de má formação dos órgãos sexuais e, enfrentando o preconceito da família primeiramente e depois de toda a sociedade, ele resolveu assumir sua identidade como mulher e passou a se vestir e se comportar como mulher. O pai dizia aos amigos e mais próximos que aquela mulher que estava em sua casa era a empregada, naturalmente por sentir vergonha da situação. Com essa situação dentro de casa, Roberto se viu obrigado a se tornar independente ainda muito cedo e, como tinha a ambição de um dia ser famoso e bonito, ele se travestiu e foi procurar emprego como modelo e saiu distribuindo currículos para as empresas de publicidade e propaganda. Ele passou a se apresentar como Roberta e, mesmo sendo biologicamente homem, nada o impediu de desfilar nas passarelas da moda e de mostrar sua beleza invejável às demais concorrentes. Cedo na vida alcançou o sucesso e passou a viver independente logo no final da adolescência. Resolveu estudar e foi fazer faculdade de teatro e música, participou do carnaval carioca e se saiu como a vedete. Buscou também um lugar como cantora e apresentadora e estava sempre exposta na imprensa, o que lhe trouxe muita fama. A partir daí foi capa das principais revistas sociais, de sexo, inclusive duas delas muito famosas na época: Revista Manchete e a revista Close. Foi a partir dessa revista que “ela” escolheu seu nome artístico “Roberta Close”. Daí para frente ela obteve muito sucesso além das revistas, nos programas de televisão (Fantástico, Domingão do Faustão, Hebe Camargo, Gugu, Goulart de Andrade). Para incrementar o sucesso, “ela” se submeteu a cirurgias para ainda mais a caracterizar como mulher. Mas sua angústia ainda pairava porque seus documentos ainda diziam que ela era Luiz Roberto Gambine Moreira.  Munida de laudos e declarações de psicólogos, médicos e psiquiatras, ela procurou a justiça provando que nasceu hermafrodita e conseguiu sua documentação. Em 1992, ela conseguiu numa das varas de família do Rio de Janeiro a autorização para trocar de nome, passando a ser Roberta Gambine Moreira, conhecida pelo nome artístico de Roberta Close, até hoje reconhecida nas altas rodas da sociedade consumista de revistas e jornais, televisão e teatro. Atualmente Roberta Close possui carteira de identidade, Carteira de habilitação, CPF e passaporte normalmente como qualquer mulher.

Isso nos leva a refletir na liberdade geral que Deus nos dá, o conhecido livre arbítrio, de fazer de nossa vida o que bem quisermos, mas não deixa dúvida que um dia haverá um encontro com o eterno e daremos conta de tudo que fizermos nesta vida. A vida nos ensina viver, mas ensina de modo amargo, ao passo que as orientações de Deus estão disponíveis e fáceis de ser assimiladas. São claras e objetivas e por elas ninguém vai errar, confie!

 

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