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01/11/2017
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03/11/2017

Meditação diária de 02/11/2017 por Flávio Reti

02 de novembro
Dia de finados

João 5:25   “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, que os mortos ouvirão a voz do filho de Deus e os que a ouvirem viverão”

O nome finados tem a ver com fim, finalizados, que finalizaram, findou, acabou. Não sei de que adianta ter uma dia para celebrar os mortos se os mortos não podem comemorar conosco e nem os vivos comemorar com os mortos, já que eles estão mortos e não reagem pra nada. Para lembrar dos mortos, alguém poderá dizer, mas lembrar não precisa de um dia, podemos lembrar a qualquer dia e a qualquer hora, nosso pensamento é livre para passear por aí. A data é celebrada em vários países e para se ter uma ideia da importância da data, a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) a considerou um dos patrimônios da humanidade. E de origem Mexicana e nos remetem ao tempo em que os espanhóis chegaram ao continente americano. Segundo historiadores da época, povos como os astecas, os maias, os purépechas, já faziam cultos em homenagem aos mortos. Na cultura dos indígenas mexicanos, esse ritual de cultuar os mortos remonta a mais de 3.000 anos de história. Antes da chegada dos espanhóis, os indígenas já praticavam a conservação de crânios como prêmios e costumavam exibi-los para celebrar o nascimento e a morte. Embora seja um dia tétrico, lúgubre, o dia dos mortos, no México, é uma celebração animada porque a tradição diz que neste dia os mortos vêm para visitar seus parentes. As festas são celebradas com muita música, com comidas, doces e bolos e as tradicionais caveirinhas de açúcar, preferidas pelas crianças. Muitos anos já após a colonização espanhola, a festa aos mortos se mantém, com características mais modernizadas, mas não deixa de ser uma boa lembrança do passado mexicano que se alastrou pelo mundo como celebração aos mortos.

Nós, crentes na palavras de Deus, nada temos a ver com os mortos e nem o que fazer com eles.  Satanás aproveita essa disposição de celebrar os mortos e leva pessoas incautas a crer que os mortos não morreram, estão ainda vivos nalgum lugar e que podem voltar para se comunicar com os vivos. A insinuação é sutil. Entendemos que a sua memória se apagou e eles não têm consciência do que se passa por aqui. Eles estão num sono mais profundo, aguardando o dia da ressurreição por ocasião da volta de Jesus. Precisamos tomar muito cuidado com essa aproximação ao mundo dos mortos, porque satanás bem pode fazer surgir perante os homens a aparência de seus amigos falecidos. Ele pode contrafazer perfeitamente, trazendo a expressão familiar, o timbre de voz, as palavras podem ser reproduzidas com perfeita exatidão. Muitas pessoas podem ser consoladas com a afirmação de que seus queridos estão felizes no céu, desfrutando de delícias celestiais e, sem suspeitar de perigo algum, podem dar ouvidos a “espíritos enganadores e doutrinas de demônios” (I Tim.4:1).

“Induzindo-os Satanás a crer que os mortos efetivamente voltam para comunicar-se com eles, faz o maligno com que apareçam os que baixaram ao túmulo sem estarem preparados. Pretendem estar felizes no Céu e até ocupar ali elevadas posições e, assim, é largamente ensinado o erro de que nenhuma diferença se faz entre justos e ímpios. Os pretensos visitantes do mundo dos espíritos algumas vezes proferem avisos e advertências que se demonstram corretos. Então, estando ganha a confiança, apresentam doutrinas que solapam diretamente a fé nas Escrituras. Com a aparência de profundo interesse no bem-estar de seus amigos na Terra, insinuam os mais perigosos erros. O fato de declararem algumas verdades e poderem por vezes predizer acontecimentos futuros, dá às suas declarações uma aparência de crédito e seus falsos ensinos são tão de pronto aceitos pelas multidões, e tão implicitamente cridos, como se fossem as mais sagradas verdades da Bíblia. A lei de Deus é posta de parte, desprezado o Espírito da graça, o sangue do concerto tido em conta de coisa profana. Os espíritos negam a divindade de Cristo, colocando o próprio Criador no mesmo nível em que estão. Assim, sob novo disfarce, o grande rebelde ainda prossegue com sua luta contra Deus – luta iniciada no Céu, e durante quase seis mil anos continuada na Terra” (O Grande Conflito, p.552). Mas onde eles aparecem para falar com os vivos? Nos centros espíritas que antigamente eram muito temidos, mas que hoje são aceitos como uma nova religião, dedicada à caridade. Cuidado, a linha divisória é muito tênue, você pode ser enredado nela. Deixe, como disse Jesus, “os mortos sepultarem seus mortos”, Vamos ficar de fora dessa comemoração. O lado de cá, com Deus, é mais seguro.

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