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Meditação diária de 02/08/2017 por Flávio Reti

02 de agosto

Dia do início da semana da cultura nordestina

Amós 5:21   “Aborreço, desprezo as vossas festas e não me deleito nas vossas assembleias solenes”

Não pense que a semana da cultura nordestina é comemorada em algum estado do nordeste. Não, ela é comemorada em São Paulo, a cidade que já tem mais nordestinos do que paulistanos. Essa data marca também a morte do grande ídolo cantor e tocador de sanfona, Luiz Gonzaga, o rei do baião, falecido em 2 de agosto de 1989. Ele era considerado um dos maiores porta-vozes da cultura nordestina, porque ele só tocava e cantava músicas que descreviam os costumes do nordeste e sempre aparecia em público trajando seu chapéu de couro e o gibão também de couro, peças de vestimenta indispensáveis para os nordestinos tradicionais, especialmente os vaqueiros. A cultura nordestina inclui comidas típicas, ritmos musicais próprios, danças da região e artesanato em tecido, em cerâmica e outros. O ritmo musical mais quente de lá é o forró tocado e acompanhado simplesmente por uma sanfona, um triângulo e uma zabumba, mas mexe com qualquer nordestino. Dizem que o nome “forró” vem do inglês, de quando alguns americanos parados no Porto saíram pelas ruas do Recife e viram o povo dançando aquele ritmo e todos entravam na dança, saíam e outros entravam e eles admirados disseram que era uma dança “for all”, para todos, em Inglês. Como os nordestinos não conseguiam pronunciar bem o inglês acabaram repetindo forró e daí ficou como nome do ritmo e da dança.

Todos os povos têm suas características e suas identidades nos seus costumes. O alemão tem a valsa e a salsicha, o Italiano tem a tarantela e a macarronada, o Argentino tem o tango e a empanada, o Brasileiro tem o samba e o churrasco, Portugal tem o vira e o bacalhau, e por aí vão os países.

Os israelitas eram convocados a pelo menos 3 vezes ao ano subir a Jerusalém para as festas que relembravam sua saga desde a saída do Egito até a posse da terra em Canaã. As festas eram várias e às vezes até coincidiam umas com as outras. A páscoa, a festa dos Pães Asmos, a festa das primícias, a festa do Pentecostes, a festa das trombetas, o dia da expiação, a festa dos tabernáculos e outras.

Como você pode concluir, Deus proveu ocasiões em que o povo deveria estar mais próximo dele. As festas nada mais eram do que uma oportunidade de aproximação de Deus. Quando Jesus disse “vinde a mim todos que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei”, ele não estava se referindo apenas a trabalho braçal que realmente cansa. As pessoas se cansam da vida, das circunstâncias, das correrias, do azáfama que a vida moderna nos impõe. Canseira não é apenas do corpo, há a canseira do espírito, da mente e a presença de Jesus na vida pode suavizar. Um encontro com Deus faz bem à alma, traz paz, descanso, tranquilidade e nova disposição para enfrentar a vida. Este mundo não é um lugar seguro para se viver, precisamos de alguém mais do que nós para nos aliviar, incentivar a progredir. Um dia nossas lutas findarão. Um dia, e espero que seja logo, estaremos no céu desfrutando de tudo aquilo que nós nunca sonhamos, mas que Deus preparou para todos aqueles que nele esperam e nele depositam sua confiança. Eu quero estar lá. Eu quero esquecer a cultura nordestina ou outra cultura qualquer porque quero encher minha mente e meu coração com as maravilhas do céu e com a doce presença de Jesus. Pede-se alguma coisa mais do que a cultura regional. A educação para o céu não se acha completa a menos que o corpo, a mente e o coração estejam engajados na cultura do céu. O caráter deve receber a devida disciplina para seu inteiro desenvolvimento e adaptação para viver a cultura do reino de Deus.

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