Meditação diária de 01/07/2019 por Flávio Reti – Anneliese Michel
01/07/2019
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02/07/2019

Meditação diária de 02/07/2019 por Flávio Reti – Michel de Nostredame

02 de Julho

Mateus 24:11  “Igualmente hão de surgir muitos falsos profetas e enganarão a muitos”

Michel de Nostredame

Como médico e farmacêutico, ele adquiriu fama se utilizando também de alquimia e acabou ficando notório pela sua, assim diziam, capacidade de ver o futuro. Assim que escreveu uma obra que veio a ser famosa, “As Profecias” em versos de quatro linhas e agrupados de cem em cem. Por ironia, ele sendo médico sofria de epilepsia e de insuficiência cardíaca. Ele nasceu em 1503, três anos depois do descobrimento do Brasil, no sul da França. Ele já era farmacêutico quando entrou para a Universidade a fim de cursar medicina, mas foi expulso quando descobriram que ele já era farmacêutico e isso era proibido lá. Era época da peste negra e Nostredame inventou uma pílula cor de rosa que, dizia ele, protegia contra a doença, mas era apenas uma concentração de vitamina C. Ele dizia ter conhecimentos sobre o ocultismo e capacidade de prever o futuro e passou a escrever almanaques anuais com seu nome latinizado para Nostradamus. Quando ele produziu o livro “As Profecias”, a população o taxou de endemoniado e de herege, mas algumas outras pessoas admiravam seu trabalho, como Catarina de Médicis, esposa de Henrique II da França, e ela o chamou lá em Paris para perguntar qual seria o futuro de seus filhos. Casualmente, um dia antes de morrer, ele disse ao seu secretário: “Ao amanhecer de amanhã você não me achará vivo”. E morreu mesmo, no dia seguinte foi achado morto ao lado da cama e de um banco. Era um homem de grande cultura, dominava o Latim e o Grego e sabia ainda o Hebraico, isso lhe dava informações que o povo em geral não tinha. Sabia também muito sobre astrologia e astronomia e muito boa intuição para predizer o futuro. Com isso ele impressionou milhões de pessoas e de lá para cá, já faz mais de 500 anos, muitos ainda acreditam nas suas previsões. Era um “médico” ambulante que viajou por toda a França combatendo a epidemia de peste. Escreveu seu almanaque durante 10 anos e ao morrer outras pessoas, não ele, revisaram os almanaques e coletaram o que parecia profecia. Ele próprio escreveu também um livro de receitas de cosméticos sobre o qual ninguém comenta. Tudo que ele escreveu foi editado e muita gente acrescentou coisas depois de 100 anos atribuindo a Nostradamus. Na biblioteca de Paris existem mais de 200 obras atribuídas a ele e que não são dele. Puramente charlatanismo com o nome dele. Aqui está um caso onde as pessoas preferem crer na mentira. O que Nostradamus fez foi pesquisar o passado e propor os mesmos acontecimentos para o futuro baseado no fato de que a história quase sempre se repete e com isso muita coisa ele acertou, mas não quer isso dizer que ele foi profeta. Na verdade, nós somos propensos a acreditar nos homens que por acaso têm um pouco mais de conhecimento do que nós. Duvidamos do nosso próprio discernimento e além do mais deixamos de confiar nas palavras do mestre Jesus que muito antes já nos advertiu: “Acautelai-vos dos falsos profetas” (Mat.7:15).

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