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01/02/2020
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03/02/2020

Meditação diária de 02/02/2020 por Flávio Reti – A Bandeira

02 de fevereiro

Jeremias 4:6  “Arvorai um estandarte (uma bandeira) no caminho para Sião, buscai refúgio, não demoreis…”

A Bandeira

Bandeira não é novidade, desde bandeirolas do posto de gasolina, da praça, até as bandeiras representativas de países e nações e também de muitas organizações, como a bandeira da ONU, por exemplo. Por definição, uma bandeira é um símbolo visual que representa alguma coisa: um estado, um município, uma província, um bairro, uma organização, uma sociedade e às vezes até um clã familiar. Qualquer entidade pode criar sua bandeira representativa e trabalhar para que ela seja reconhecida entre os demais membros daquela entidade. Mas quando se fala em bandeira representando um país, a coisa fica mais séria. Porque a bandeira, digamos do Brasil, tem tudo nela definido por leis. As cores, o tamanho, o formato, a posição do círculo no meio dela, as estrelas representando os estados, a faixa com a inscrição “Ordem e Progresso”, tudo foi definido por uma lei que deve ser obedecida estritamente. Ela passa a ser tão significativa que quando uma autoridade presta continência à bandeira, é o mesmo que estar prestando ao próprio país. Rasgar, sujar, queimar a bandeira do país, nem pensar! É considerado crime contra a pátria. Cobrir-se ou enrolar-se com a bandeira é estar protegido sob suas leis, as leis do país. Até a posição da bandeira (ao lado direito, no centro, mais alta) quando estiver perto ou junto a outras, é definido na lei de proteção dos símbolos nacionais. Por extensão do significado de uma bandeira, surgiu a expressão “levantar uma bandeira” com o significado de defender uma causa. Os governos sempre levantam a bandeira de defesa dos mais pobres. Ellen White fala da bandeira ensanguentada do príncipe Emanuel e da bandeira negra de satanás com as seguintes palavras: “Satanás, com todo o seu exército, está no campo de batalha. Os soldados de Cristo devem agora se reunir em torno da bandeira ensanguentada de Emanuel. Em nome do Senhor, deixai a bandeira negra do príncipe das trevas e assumi vossa posição com o Príncipe do Céu” (Cristo em Seu Santuário, pag.13). Portar uma bandeira é defender uma ideia, um partido, um movimento e nós estamos em um movimento mundial no intuito de pregar a breve volta de Jesus. Se uma escola de samba, se um clube de futebol, se um banco comercial podem portar uma bandeira para expor seus objetivos, por que nós vamos nos acovardar em portar a bandeira de Cristo que promove a salvação da humanidade? Cristo conta comigo agora, eu sou, por excelência, um porta-bandeira de uma causa certa, já ganha, já conquistada por Cristo na Cruz.

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