Meditação diária de 31/05/2020 por Flávio Reti – Fósforo
31/05/2020
Meditação diária de 02/06/2020 por Flávio Reti – Fotografia
02/06/2020

Meditação diária de 01/06/2020 por Flávio Reti – Fotocélula

01 de junho

 Isaías 60:1  “Levanta-te e resplandece, porque é chegada a tua luz e é nascida sobre ti a glória do Senhor”

Fotocélula

Você já deve ter passado por algum lugar e de repente a luz acendeu sem ninguém por perto, sem que você pressionasse o interruptor e já ocorreu aquele pensamento de que havia fantasma. E não era nada disso, era apenas o trabalho de uma célula fotoelétrica, também chamada de LDR (Light Dependent Resistor). É um resistor que varia sua impedância ôhmica com a presença ou com a ausência da luz que incide sobre ele e essa propriedade dele é aproveitada nos circuitos para disparar uma corrente que irá acender ou apagar a lâmpada. Funciona tipicamente assim: Quando a intensidade da luz aumenta, sua resistência diminui e à medida que a intensidade da luz diminui, sua resistência aumenta. Se quiser provar isso, teste seu valor com um multímetro no escuro e vai notar que é de alguns mega ohms e depois teste no claro e vai se surpreender com apenas alguns ohms. Onde quer que seja necessário um sensor de luz, seu uso é recomendado pelo baixo custo e de fácil utilização nos circuitos. Ele vai ser geralmente encontrado nos sensores de presença, nas chamadas foto células, nos medidores de luz, nos detectores de fumaça, de incêndio e nos controladores de luz. Se a luz tem a capacidade de acionar algum dispositivo, e como vemos ela aciona, então podemos dizer que a luz é algo concreto, ela é alguma coisa, só não é palpável, mas é real a ponto de tocar, influenciar, acionar, disparar circuitos e equipamentos. Então, que tal pensar um pouco nas palavras de Jesus quando disse: “Eu sou a luz do mundo. Quem me segue de modo algum andará em trevas, mas terá a luz da vida” (João 8:12). Assim, Jesus se coloca como sendo ele a luz do mundo, e pensando assim, a luz é uma pessoa. Noutra ocasião ele disse mais: “Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo” (João 9:5). Agora pense: se a luz aciona circuitos, será que é Jesus que aciona os circuitos? Afinal, ele disse que ele é a luz! Precisamos entender que em qualquer língua as palavras assumem um sentido óbvio, real, a que chamamos de linguagem denotativa e um outro sentido, uma outra interpretação à qual chamamos de linguagem conotativa, isto é, que tem outras conotações. Quando Jesus disse que ele é a luz, era uma linguagem conotativa, tinha outra conotação. Ele é a saída, é a luz que ilumina a vida, que mostra o caminho, que orienta, que aclara a visão, que nos dá novo rumo. Sendo assim, nós também podemos ser luzes e iluminar o caminho de muitos, aliás, Jesus também disse: “Vós sois a luz do mundo” e “Assim, brilhe também a vossa luz” (Mat.5:14 e 16).

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